Obras no Matadouro de Campanhã prosseguem a “bom ritmo”

Obras no Matadouro de Campanhã prosseguem a “bom ritmo”
| Porto
Porto Canal

Foi a 27 de maio de 2021 que as primeiras máquinas entraram no antigo Matadouro e iniciaram os trabalhos de demolição dos elementos em estado de degradação. Dois anos e meio depois, as obras de reconversão do antigo Matadouro, de elevada complexidade, decorrem “a bom ritmo”, afirma Pedro Baganha, vereador do urbanismo da Câmara do Porto, numa visita às obras.

As últimas alterações ao projeto de reabilitação do antigo Matadouro Industrial do Porto vão fazer desaparecer o edifício da 4ª esquadra da PSP na Corujeira e o antigo pórtico de entrada do espaço, confirmou o Porto Canal junto de fontes ligadas à empreitada em setembro deste ano. Através da comparação das imagens do projeto inicial com as mais recentes, é possível perceber que os dois edifícios, considerados históricos para a cidade, não constam na nova planta.

Porto Canal

Porto Canal

A versão inicial do projeto e a versão atualizada, que foi enviada à imobiliária CBRE que está a arrendar os escritórios do novo Matadouro de Campanhã

Pedro Baganha, vereador do urbanismo da Câmara do Porto, realizou uma visita às obras de reconversão do antigo Matadouro com um grupo de alunos finalistas do curso de arquitetura de Berlim e partilhou a experiência nas redes sociais. Segundo o autarca, “o novo equipamento, que está a ser (re)construído aproveitando um edifício sub-utilizado, é uma peça fundamental na estratégia de regeneração e reabilitação de toda a freguesia de Campanhã”.

O projeto consiste num edifício para acolher empresas, mas também reservas de arte, museus, auditórios, restauração e projetos de coesão social. A conclusão da empreitada está prevista, com atrasos, para o início de 2025.

 
 
 
Ver esta publicação no Instagram
 
 
 

Uma publicação partilhada por Porto Canal (@porto.canal)

+ notícias: Porto

Há um ano um fantasma batia à porta do Stop e metia 500 músicos de malas feitas na rua

Foi há um ano que o fantasma que assombrava os músicos há décadas bateu à porta do Stop, no Porto. O edifício da Rua do Heroísmo foi fechado e os artistas foram obrigados a fazer as malas e a sair de instrumentos nas mãos. Um ano depois, a resistência faz com que o edifício mantenha as portas abertas, mas no interior saltam à vista as inúmeras portas fechadas com um “aluga-se” estampado. O espaço tem um novo ar, a legalidade foi reposta e a administração garante que um novo fecho não acontecerá. Mas a incerteza continua a pairar sob a “verdadeira casa da música” portuense e a possibilidade da Câmara intervir pode mesmo vir a ser uma realidade.

PJ detém jovem de 16 anos por suspeita de pornografia de menores no Porto

Um jovem de 16 anos foi detido na quarta-feira pela Diretoria do Norte da Polícia Judiciária (PJ) por suspeita de crimes de pornografia de menores desde dezembro de 2022, revelou esta quinta-feira em comunicado aquela polícia de investigação.

Arranque da revisão do regulamento do Mercado do Bolhão discutido pelo Executivo na segunda-feira

O executivo da Câmara do Porto discute na segunda-feira dar início à revisão do regulamento do Mercado do Bolhão por forma a "reponderar algumas das opções" implementadas quase dois anos após a sua reabertura.