Covid-19: EUA ultrapassam barreira dos nove milhões de infetados

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Porto Canal com Lusa

Washington, 30 out 2020 (Lusa) -- Os Estados Unidos da América (EUA) ultrapassaram hoje a barreira dos nove milhões de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus desde o início da crise pandémica, segundo os números hoje divulgados pela universidade norte-americana Johns Hopkins.

De acordo com a universidade, o país registou, até à data, 9.007.298 casos de infeção.

Os EUA são o país mais afetado a nível mundial pela atual pandemia da doença covid-19 em termos absolutos (infetados e vítimas mortais), registando igualmente mais de 229 mil mortes relacionadas com o novo coronavírus.

Este número provisório de mortes excede em muito o limite inferior das estimativas iniciais da Casa Branca (administração norte-americana), que projetava no melhor dos cenários entre 100.000 e 240.000 vítimas mortais associadas à doença covid-19.

A universidade norte-americana acrescentou que a Índia (com 8.088.851 contágios) e o Brasil (com 5.494.376 casos) são os outros dois países que apresentam o maior número de infetados à escala mundial.

Nos últimos dias, os EUA têm batido novos máximos de casos diários.

Foi o que aconteceu na quinta-feira quando o país contabilizou 91.295 novos casos num único dia.

No passado sábado, os EUA já tinham registado um recorde de contágios diários, 88.973 casos.

Atualmente, a situação mais difícil verifica-se na zona norte do país e na região conhecida como 'Midwest', que integra Estados como Illinois, Indiana, Iowa, Michigan ou Minnesota.

O país confronta-se com estes números a poucos dias da realização das eleições presidenciais, no dia 03 de novembro, que vão ser disputadas pelo atual Presidente Donald Trump (republicano) e pelo ex-vice-Presidente Joe Biden (democrata).

A pandemia da doença covid-19 já provocou mais de 1,1 milhões de mortos e mais de 45,1 milhões de casos de infeção em todo o mundo, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus (SARS-Cov-2) detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

SCA // RBF

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