Vara detido após buscas na sede da CGD, no escritório e em casa

Vara detido após buscas na sede da CGD, no escritório e em casa
| País
Porto Canal

As buscas realizadas hoje no âmbito da Operação Marquês, que levaram à detenção para interrogatório do ex-ministro Armando Vara, ocorreram na sede da Caixa Geral de Depósitos, na residência e nos escritórios deste, segundo fonte ligada ao processo.

A mesma fonte adiantou à agência Lusa que as buscas decorreram entre as 11:00 e as 19:00 na sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em Lisboa, na residência em Cascais e nos escritórios do ex-governante.

Armando Vara foi detido no âmbito da Operação Marquês, numa ação dirigida por um magistrado do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) que envolveu várias equipas deste departamento.

O ex-ministro Armando Vara vai ser ouvido, na sexta-feira, no Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC), em Lisboa, no âmbito da Operação Marquês, por suspeita de corrupção, fraude fiscal e branqueamento de capitais, segundo uma nota da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Além de ministro e secretário de Estado, Armando Vara desempenhou também os cargos de administrador da CGD e do Millennium BCP.

+ notícias: País

Acordo europeu de pescas prevê menos captura de carapau, solha ou linguado em Portugal

Os ministros das pescas europeus chegaram a um acordo sobre as capturas em 2026, com uma previsão de reduzir o volume global, nalguns casos com impacto em Portugal, como é o caso do carapau, solha ou linguado.

Pedro Duarte encabeça lista ao Conselho Geral da ANMP e Luísa Salgueiro a Mesa do Congresso

O presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, vai encabeçar a lista ao Conselho Geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), enquanto a atual presidente do Conselho Diretivo, Luísa Salgueiro, deverá presidir a Mesa do Congresso.

Nova Lei das Finanças Locais “é uma necessidade imperiosa do país”, defende Luísa Salgueiro

A presidente do Conselho Diretivo da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) defendeu este sábado que a nova Lei das Finanças Locais “é uma necessidade imperiosa do país”, que deverá ter efeitos no Orçamento do Estado de 2027.