Sérgio Conceição: Artur Jorge "é uma inspiração para todos"

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Porto Canal

“É uma perda enorme, não só para o país, mas também para o futebol, para o desporto em geral e mais concretamente para o FC Porto”. Assim iniciou Sérgio Conceição a sua mensagem sobre “um grande homem, um grandíssimo profissional” que foi quem permitiu ao agora treinador do FC Porto estrear-se em convocatórias da seleção nacional: “Tive o azar de me magoar duas vezes e à terceira fui internacional nas Antas com ele”.

 
 
 
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“Estamos a falar de um treinador que está no top-3 de títulos, de jogos feitos a comandar a equipa do FC Porto”, “o primeiro treinador português a ganhar uma Liga dos Campeões”, mas também de um “gentleman, alguém de um trato fantástico” que “gostava muito de pintura” e “tem uma obra fantástica”. Para Conceição, ficam sobretudo as memórias do que é “uma inspiração para todos” e de alguém que merece “tudo o que as pessoas dizem”.

Faleceu um grandíssimo profissional
“É uma perda enorme, não só para o país, mas também para o futebol, para o desporto em geral e mais concretamente para o FC Porto. Primeiro quero mandar um abraço à família, um abraço sentido da minha parte, do grupo de trabalho e da minha família também. Houve muita ligação entre mim e o Senhor Artur Jorge na minha primeira convocatória para a seleção nacional. Tive o azar de me magoar duas vezes e à terceira fui internacional nas Antas com ele. Estamos a falar de um treinador que está no top-3 de títulos, de jogos feitos a comandar a equipa do FC Porto e é uma perda grande para todos, sinceramente. Tenho um afeto especial porque a pessoa que me lançou no futebol era a Dona Filomena, cunhada do Senhor Artur Jorge, são de Coimbra. Conheço os sobrinhos, joguei com eles, e tínhamos uma ligação grande a esse nível. Agora o que fica são as grandes memórias de um grande homem, um grandíssimo profissional e o primeiro treinador português a ganhar uma Liga dos Campeões.”

O retrato do que deve ser uma inspiração para todos
“Não tive a possibilidade de ir a casa dele, mas sei de pessoas amigas, até porque o empresário dele desde sempre era o meu. Gostava muito de pintura, tem uma obra fantástica, tinha uma paixão enorme por isso, era um gentleman, alguém de um trato fantástico, não era seguramente o meu estilo, o meu estilo no sentido em que eu sou um bocadinho mais efusivo a passar a minha mensagem e ele era uma pessoa muito tranquila, muito calma e foi uma inspiração para todos, sinceramente. Eu adorei trabalhar com ele na seleção nacional. Conheci-o também um bocadinho fora do futebol e era essa pessoa de que toda a gente fala. E agora não é por ele partir que vamos de elogio fácil. É merecido. Tudo aquilo que eu disse e que as pessoas dizem do Artur Jorge.”

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