Porto: o caos no trânsito e os cinco principais pontos críticos da cidade

Porto: o caos no trânsito e os cinco principais pontos críticos da cidade
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Porto Canal

O trânsito no Porto pode ser uma dor de cabeça para quem tem de atravessar a cidade. Ao longo dos anos, o número de veículos em circulação nas principais vias da cidade tem aumentado, o que faz com que a rede fique congestionada. A travessia do rio Douro é exemplo do caos que podem ser as horas de ponta, mas não é o único.

Travessia Gaia – Porto: Ponte da Arrábida

Um dos principais problemas, mesmo antes de chegar à cidade do Porto, é a travessia do rio Douro. Até ao momento, existem quatro opções: a Ponte da Arrábida, a ponte Luís I, a Ponte do Infante e a Ponte do Freixo, sendo que a ponte Luís I não é, de momento, uma alternativa, uma vez que se encontra em fase de obras de restauro e, por isso, encerrada ao trânsito.

Assim sendo, das três opções existentes, a Ponte da Arrábida é a que representa uma maior sobrecarga da infraestrutura. Há vários anos que o número diário de veículos é o mesmo, o que faz com que esta ponte esteja na capacidade máxima de utilização.

 

 

Avenida AEP / Nó de Francos

Outro grande problema de congestionamento na cidade é o nó de Francos, problema que se estende para a Avenida AEP e para a ligação com a A28. Estes são dos primeiros pontos na cidade a ficar congestionados, quando a rede ultrapassa a capacidade máxima.

Todo este eixe representa o estrangulamento da rede de circulação, o que significa que se existir bloqueio nestes sítios, as ligações e vias mais próximas também ficam congestionadas.

 

 

Ligação da VCI com a A3

Qualquer utilizador da Via de Cintura Interna reconhece que consiste num dos principais problemas da cidade, especialmente por se tratar do grande eixo não portajado do Porto. A ligação desta via com a A3 acaba por representar um bloqueio constante daquele troço, uma vez que acaba por ter muito fluxo que não teria de passar por aqui, se a A4 não fosse portajada. No geral, o congestionamento da VCI é uma resposta natural à forma como os pórticos estão introduzidos nas autoestradas.

 

 

Rua infante D. Henrique

Nesta zona da baixa, ainda é percetível o traçado medieval da cidade e não existem grandes alternativas de percurso. As obras constantes e o piso em paralelo, que acaba por ser algo escorregadio, além de provocarem alguns acidentes, causam muita demora na circulação.

O acesso à Estação de São Bento também se torna complicado, uma vez que as vias são estreitas e não existe alternativa de acesso, para quem se encontra nesta zona da cidade.

 

 

Rua de Faria Guimarães

No que diz respeito a acessos à VCI, é incontornável falar da Rua de Faria Guimarães, uma vez que se trata das poucas alternativas para sair do centro da cidade. Nesta rua convergem outras tantas e a solução encontrada foi a instalação de vários semáforos ao longo desta rua. Ainda que a solução seja inevitável, acaba por tornar o trânsito ainda mais demorado.

No geral, todas as entradas para VCI ficam bloqueadas e, para quem tem de atravessar o Porto, torna-se difícil evitar estas vias, fazendo com que os utilizadores passem demasiado tempo em filas de trânsito.

 

 

 
 
 
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