Info

Proteção Civil diz que chamas em Monchique estão dominadas mas ainda não se pode baixar os braços

| País
Porto Canal com Lusa

A segunda comandante operacional da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), Patrícia Gaspar, deu hoje o incêndio que lavra há uma semana em Monchique como dominado, mas sublinhou que ainda não é o momento de cruzar os braços.

Em declarações numa conferência de imprensa em Monchique, Patrícia Gaspar disse ainda que o incêndio tem ainda uma vasta área afetada e que é preciso "manter a energia e a dedicação" para prosseguir com a consolidação do trabalho feito e responder com prontidão a eventuais reativações.

Patricia Gaspar recordou que o dia de hoje será ainda adverso em termos de condições climatéricas, com um previsível aumento da temperatura.

A proteção civil atualizou ainda o número de feridos para 41, um deles em estado grave.

O incêndio de Monchique já destruiu cerca de 27.000 hectares, segundo os dados mais recentes disponibilizados pelo Sistema Europeu de Informação de Incêndios Florestais (EFFIS), tornando-o no maior este ano em Portugal.

Este ano, o maior incêndio, em termos de área ardida, que se tinha verificado em Portugal era o que deflagrou em fevereiro na Guarda, onde arderam 86 hectares.

Segundo os dados do EFFIS, as chamas em Monchique já destruíram 26.957 hectares, mais de metade dos 41 mil que arderam na mesma região em 2003, nos concelhos de Monchique, Portimão, Aljezur e Lagos.

No ano passado, as chamas destruíram mais de 440 mil hectares, o pior ano de sempre em Portugal, segundo dados do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Quanto aos maiores incêndios em termos de área ardida ocorridos no ano passado, no topo da lista aparece o que teve origem no dia 15 de outubro, em Seia/Sandomil, no distrito da Guarda, que destruiu 43.191 hectares.

+ notícias: País

Nascimentos em Portugal atingiram no primeiro trimestre valor mais alto em sete anos

O número de nascimentos em Portugal atingiu o valor mais elevado dos últimos sete anos no primeiro trimestre de 2019, período em que foram rastreados 21.348 recém-nascidos, de acordo com o número de "testes do pezinho" realizados.

25 de abril: a história da revolução vivida na cidade do Porto

Neste 25 de abril contamos-lhe a historia de como foi a revolução no Porto. Foi a partir do quartel, onde hoje são as consultas externas do hospital de são António, que saíram os capitães de abril para tomar o quartel general do regime. Vieram as forças especiais de Lamego, caso fosse necessária uma intervenção mais musculada, mas tudo decorreu de forma pacífica.

25 de abril: a história de José Carlos Almeida, o "preso sem nome"

O 25 de abril significou também a libertação dos presos políticos. Contamos a história do último homem a ser preso pelo regime dias antes da revolução. É a primeira vez o que José Carlos Almeida, conhecido como o "preso sem nome", grava uma entrevista para a televisão.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.