Convocação de nova greve dos pilotos compete à assembleia-geral - SPAC

| Economia
Porto Canal / Agências
Lisboa, 08 maio (Lusa) -- O sindicato dos pilotos remeteu hoje para uma próxima assembleia-geral a decisão de convocar uma nova greve e realçou que os custos de um acordo com a TAP são inferiores aos do impacto desta paralisação.

Numa conferência de imprensa de esclarecimento sobre os motivos da greve, convocada pelo Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC), que decorreu hoje em Lisboa, Hélder Santinhos, dirigente daquela estrutura sindical realçou que os custos da greve, que teve início a 01 de maio e se prolonga até dia 10, são na casa dos 30 milhões de euros e as exigências feitas pelo SPAC ao Governo e à TAP representam 6,5 milhões de euros por ano.

O responsável do sindicato esclareceu que a greve está a ser "muito eficaz, não deve ser desvalorizada e não foi um fracasso" e lembrou que o fundo salarial de greve tem uma reserva "muito grande".

Além disso, destacou que o problema que esteve na origem da greve "não está resolvido", mas explicou que a decisão sobre a convocação de uma nova greve compete à assembleia-geral do sindicato.

O dirigente do SPAC disse, entretanto, que não está marcada nenhuma assembleia-geral para o dia 10, salientando que será convocada a seu tempo.

JS// ATR

Lusa/Fim

+ notícias: Economia

Governo aprova descontos de 1,8 cêntimos/litro de gasóleo e 3,3 cêntimos na gasolina

O Governo aprovou novas descidas extraordinárias das taxas do ISP aplicáveis no continente, que deverão representar uma “poupança real” de 1,8 cêntimos por litro de gasóleo e 3,3 cêntimos por litro de gasolina na próxima semana.

Preço dos combustíveis sobe dois dígitos na próxima semana

Já são conhecidas as previsões para a atualização do preço dos combustíveis para a próxima semana. A partir de segunda-feira os preços devem subir dois dígitos, de acordo com as previsões.

Bruxelas elogia cortes "permanentes de despesa" anunciados pelo Governo

A Comissão Europeia saudou hoje o facto de as medidas anunciadas pelo primeiro-ministro se basearem em "reduções permanentes de despesa" e destacou a importância de existir um "forte compromisso" do Governo na concretização do programa de ajustamento.