Covid-19: PSD apoia medidas, mesmo as menos simpáticas, e recusa aproveitamentos

| Política
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 12 mar 2020 (Lusa) -- O líder do PSD prometeu hoje apoiar o Governo nas medidas de respostas ao surto do Covid-19, mesmo que "não sejam simpáticas", por uma questão "de dever e interesse nacional" e recusou quaisquer aproveitamentos políticos.

Em declarações aos jornalistas, depois de uma reunião com o primeiro-ministro, António Costa, Rui Rio afirmou que é "dever" do PSD, pelo "interesse nacional", apoiar "todas as medidas que o Governo entenda necessárias, mesmo que não sejam medidas simpáticas".

O presidente dos sociais-democratas sublinhou até que é preferível "prevenir do que remediar, como diz o povo", e tomar "medidas mais além", de forma a evitar situações como a que é vivida em Itália.

"Estamos a viver uma situação de gravidade, eventualmente mais agrave do que aquilo que se pensava" inicialmente, afirmou ainda Rio, ladeado pelos deputados Adão Silva e Ricardo Baptista Leite.

Se sai ou não satisfeito da reunião, Rio evitou uma resposta direta, tal como não quis falar ao pormenor do que foi comunicado pelo Governo na reunião na Residência Oficial de São Bento, em Lisboa, e evitou qualquer posição crítica nesta fase.

"Não nos compete andar a procurar diferenças ou críticas relativamente ao Governo", afirmou, admitindo que "mesmo que haja alguma critica" a fazer, "ela pode ser feita pelo telefone ou pessoalmente".

E concluiu que este "não é momento para andar publicamente a aproveitar isso".

NS // ACL

Lusa/fim

+ notícias: Política

Presidente da República lembra "grau de solidariedade única" dos portugueses em visita ao Banco Alimentar

O Presidente da República de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, lembrou este sábado o “grau de solidariedade único” dos portugueses, num país com um “número muito elevado” de pessoas em situação ou em risco de pobreza alimentar.

Orçamento tem de ser "elástico para permitir vários cenários", considera Presidente da República

O Presidente da República considerou este sábado que o Orçamento do Estado tem de ser "elástico para permitir vários cenários" e apontou que "é preciso ir reajustando" a sua aplicação, uma vez que "há tanta incógnita" em relação ao futuro.

Presidente da República diz que Fernando Gomes "marcou o futebol português"

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou este sábado que o antigo avançado internacional português Fernando Gomes, que morreu aos 66 anos, "marcou o futebol português" e "foi determinante na afirmação" do país no estrangeiro.