Obras na escola Pires de Lima devem avançar na segunda metade deste ano com três torres para músicos

Obras na escola Pires de Lima devem avançar na segunda metade deste ano com três torres para músicos
Foto: Porto Canal
| Porto
João Nogueira

O vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Pedro Baganha, atualizou o executivo municipal esta segunda-feira sobre o estado do projeto de adaptação da Escola Pires de Lima, que fechou em 2023. De acordo com o vereador, a escola profissional Norte Vida já ocupa uma das cinco torres do edifício e a empreitada para criar estúdios de ensaio e gravação deverá ser lançada na segunda metade do ano.

De acordo com o vereador, a Escola Profissional Norte Vida já está instalada no espaço, especificamente na torre quatro. “Ocupa 20% da escola”, acrescentou Rui Moreira, lembrando que o estabelecimento tem cinco torres.

Já o projeto de instalação dos estúdios de ensaio e gravação “está na fase de execução”. Mas o vereador do Urbanismo adiantou que a expectativa é de que, na segunda metade deste ano, se inicie o lançamento da empreitada para adaptação das restantes três torres, que abrigarão os estúdios de gravação.

“E a nossa expectativa é que na segunda metade do ano, ainda não sei precisar em que altura dessa segunda metade do ano, estaremos em condições de lançar a empreitada de adaptação dessas três torres para estúdios de gravação, sendo a primeira fase de implementação do projeto”, disse Pedro Baganha.

Recorde-se que o projeto para adaptar a escola com salas de ensaio e estúdios de gravação surgiu pela escassez deste tipo de espaços na cidade e depois dos problemas de viabilização do edifício do Centro Comercial Stop, que coloco cerca de 500 músicos em alerta.

Ao que o Porto Canal conseguiu apurar, para a atividade musical estão guardadas três torres e cerca de 20 salas, mantendo-se a ideia da rotatividade. Quanto ao armazenamento de materiais, estarão previstos dois armazéns.

As obras na Escola Pires de Lima, que devem avançar em pelo menos duas fases, vão acontecer no interior para que o edifício funcione como “caixas” destinadas a várias atividades que nunca serão permanentes. “Como um lego”, descreveu o presidente da Câmara do Porto, usando o exemplo do Mercado Ferreira Borges.

Na escola também está guardado algum espólio da Biblioteca Pública Municipal do Porto que se encontra em obras neste momento.

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