19 feridos, 3 reativações e condições meteorológicas “desfavoráveis”. Noite na Serra da Estrela vai ser “difícil”

| País
Porto Canal / Agências

Doze meios aéreos e mais de 1.250 operacionais estão a combater o incêndio que lavra na Serra da Estrela, segundo o ‘site’ da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Este incêndio deflagrou no dia 6 de agosto em Garrocho, no concelho da Covilhã, e foi dado como dominado no sábado, dia 13, mas sofreu uma reativação na segunda-feira.

Às 18:15 desta terça-feira, o fogo mobilizava 1.253 operacionais, apoiados por 394 viaturas e 12 meios aéreos.

Ao fazer um ponto de situação sobre os incêndios em Portugal, o comandante nacional de Emergência e Proteção Civil admitiu que as previsões meteorológicas são desfavoráveis.

Reconhecendo que as características da zona dificultam o combate, André Fernandes explicou que a situação é complexa e que a prioridade é a estabilização do incêndio.

 

Registam-se 19 feridos ligeiros e três feridos graves, nenhum dos quais em risco de vida, e danos em duas casas de primeira e segunda habitação. Já foram deslocadas das suas casas 45 pessoas.

Além de atingir o concelho da Covilhã, este fogo chegou a Manteigas, Gouveia, Guarda e Celorico da Beira, no vizinho distrito da Guarda, queimando um total superior a 15 mil hectares, segundo dados provisórios. Em causa está uma área de parque natural classificada.

+ notícias: País

Covid-19: Isolamento em caso de infeção deixa de ser obrigatório 

As pessoas infetadas com covid-19 vão deixar de ter isolamento obrigatório . Além disso, o SNS24 vai deixar de passar testes como acontecia até agora. Estas são medidas que surgem depois da situação de alerta devido à covid-19 deixa de estar em vigor este sábado. 

Preço justo da água é determinante para reduzir desperdício, defende associação Zero

A associação ambientalista Zero defendeu esta sexta-feira como um "fator determinante" para a redução do desperdício de água a atribuição de um "preço justo ao recurso", que "reflita os reais custos com a sua captação, tratamento e distribuição".

 Médicos de sáude pública consideram prematuro o fim do estado de alerta da Covid-19

Os médicos de saúde pública consideraram prematura a decisão de pôr fim ao estado de alerta devido à covid-19, que faz cair o uso obrigatório de máscaras, o isolamento dos casos positivos, os testes gratuitos e os apoios.