Covid-19: Consumo de álcool na rua deixa de ser proibido

| País
Porto Canal com Lusa

Lisboa, 23 set 2021 (Lusa) -- O Governo aprovou hoje o fim da limitação da venda e consumo de álcool e dos limites em matéria de horários que tinham sido impostos devido à pandemia de covid-19.

O fim dos limites em matéria de horários e da limitação à venda e consumo de álcool acontece a partir de 01 de outubro, segundo o comunicado divulgado após a reunião do Conselho de Ministros, no qual o Governo aprovou a terceira fase de desconfinamento no âmbito da pandemia de covid-19.

A venda de bebidas alcoólicas é atualmente proibida em áreas de serviço ou em postos de abastecimento de combustíveis, enquanto o consumo de álcool é proibido em espaços ao ar livre de acesso ao público e vias públicas, excetuando-se as esplanadas abertas dos estabelecimentos de restauração e similares devidamente licenciados para o efeito.

O consumo de bebidas alcoólicas na rua é proibido desde o início da pandemia, em março de 2020, e esta tem sido a contraordenação mais levantada pelas forças de segurança no âmbito das medidas restritivas.

O primeiro-ministro anunciou hoje que a evolução positiva do país no controlo da covid-19 vai permitir que passe da atual situação de contingencia para alerta a partir de 01 de outubro.

Em Portugal, desde março de 2020, morreram 17.938 pessoas de covid-19 e foram contabilizados 1.064.876 casos de infeção, segundo dados da Direção-Geral da Saúde.

CMP // ZO

Lusa/fim

+ notícias: País

Descentralização na ação social aprovada com reforço de 35 milhões de euros. Prazo limite adiado para 3 de abril

A Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e o Governo chegaram, esta terça-feira, a acordo no processo de descentralização de competências para a área da Ação Social, após o Governo ter anunciado um aumento da verba anual a transferir para as autarquias de 56,1 milhões de euros para 90,8 milhões.

Ministério da Defesa Nacional. É tempo de esperar "serenamente", vinca Marcelo sobre investigações

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, considerou que se deve aguardar o resultado da investigação que envolve o Ministério da Defesa Nacional "serenamente, sem formular juízos prévios".

Diretor da PSP convicto de que “não há racismo estrutural” na PSP

O diretor nacional da Polícia de Segurança Pública manifestou-se, esta terça-feira, convicto de que “não há racismo estrutural” na PSP, considerando que a esmagadora maioria dos polícias “não é racista, nem extremista”.