Covid-19: Pandemia matou pelo menos 3.919.801 pessoas no mundo

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Porto Canal com Lusa

Paris, 27 jun 2020 (Lusa) -- A pandemia da covid-19 matou pelo menos 3.919.801 pessoas em todo o mundo desde que o gabinete da OMS na China comunicou o surto, no final de dezembro de 2019, de acordo com um balanço da agência AFP às 11:00 de hoje.

Mais de 180.725.470 casos de infeção foram oficialmente diagnosticados desde o início da pandemia, com a grande maioria dos pacientes a recuperar.

No sábado, mais 7.625 mortes e 367.152 novos casos foram registados e comunicados em todo o mundo.

Os países com mais novas mortes nos seus últimos relatórios são o Brasil, com 1.593 novos óbitos, Índia (1.258) e Colômbia (693).

Os Estados Unidos são o país mais afetado, tanto em número de mortes como de infetados, com 603.891 mortes em 33.621.535 casos, de acordo com a contagem da Universidade Johns Hopkins.

Depois dos Estados Unidos, os países mais atingidos são o Brasil, com 512.735 mortos e 18.386.894 casos, a Índia, com 395.751 mortos (30.233.183 casos), o México, com 232.521 mortos (2.503.408 casos) e o Peru, com 191.584 mortos (2.046.057 casos).

Entre os países mais duramente afetados, o Peru tem o maior número de mortes em relação à sua população, com 581 mortes por 100.000 habitantes, seguido da Hungria (310), Bósnia (294), República Checa (283) e Macedónia do Norte (263).

Às 10:00 GMT de hoje (11:00 em Lisboa), a América Latina e as Caraíbas registavam 1.262.881 mortes (37.013.839 casos), a Europa 1.164.979 mortes (54.270.675 casos), Estados Unidos e Canadá 630.105 mortes (35.034.303 casos), Ásia 570.707 mortes (39.754.920 casos), Médio Oriente 149.367 mortes (9.210.666 casos), África 140.638 mortes (5.387.784 casos), e Oceânia 1.124 mortes (53.289 casos)

O número de casos diagnosticados apenas reflete, contudo, uma fração do número real de contaminações. Alguns países só testam os casos graves, outros utilizam os testes como prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm uma limitada capacidade de despistagem.

Este balanço foi realizado a partir de dados recolhidos pelas delegações da AFP junto das autoridades nacionais competentes e de informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

SMM // FPA

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