Rui Pinto vai ficar em prisão preventiva

Rui Pinto vai ficar em prisão preventiva
| País
Porto Canal com Lusa

O português Rui Pinto ficou em prisão preventiva, decidiu hoje o Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa, onde o colaborador do 'Football Leaks' foi presente a um juiz de instrução criminal para primeiro interrogatório judicial.

O tribunal aplicou a medida de coação mais gravosa prevista na lei ao arguido, de 30 anos, que foi detido na Hungria e chegou a Portugal na quinta-feira, com base num mandado de detenção europeu emitido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

Na base do mandado estão acessos aos sistemas informáticos do Sporting e do fundo de investimento Doyen Sports e posterior divulgação de documentos confidenciais, como contratos de futebolistas do clube lisboeta e do então treinador Jorge Jesus, além de outros contratos celebrados entre a Doyen e vários clubes de futebol.

A extradição para Portugal foi decidida pelo Tribunal Metropolitano de Budapeste, em 05 de março, e confirmada em segunda instância, após recurso de Rui Pinto, que tinha entrado em prisão domiciliária em 18 de janeiro, na capital húngara, na sequência de um mandado de detenção europeu emitido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP).

+ notícias: País

ISP baixa 2,6 cêntimos por litro no gasóleo e 1,4 cêntimos na gasolina na 2.ª feira

As taxas do imposto sobre os combustíveis vão voltar a baixar na segunda-feira, com um desconto extraordinário de 2,6 cêntimos por litro sobre o gasóleo e de 1,4 cêntimos sobre a gasolina, anunciou esta sexta-feira o Ministério das Finanças.

ISP com desconto passa para 28,537 cêntimos por litro no gasóleo e 45,644 na gasolina

A portaria que atualiza o imposto sobre os combustíveis a partir de segunda-feira fixa uma taxa de 28,537 cêntimos por litro sobre o gasóleo e de 45,644 cêntimos sobre a gasolina, já com o novo desconto.

 

Juiz ordena libertação de todos os arguidos detidos na operação "Lúmen"

Os quatro arguidos detidos na operação “Lúmen”, que investiga alegados crimes económicos em contratos para a instalação de luzes de Natal, foram hoje libertados, ficando a conhecer na terça-feira as medidas de coação, indicou fonte judicial.