Metro do Porto reduz frequências a partir de quarta-feira devido a greve na manutenção

Metro do Porto reduz frequências a partir de quarta-feira devido a greve na manutenção
Foto: Pedro Benjamim | Porto Canal
| Porto
Porto Canal/Agências

A Metro do Porto anunciou esta terça-feira a redução de veículos e frequências em várias linhas devido à greve nos serviços da CP que asseguram a manutenção dos comboios, entrando em vigor a partir de quarta-feira.

"Devido à greve nos serviços de manutenção da CP, que está a causar grandes condicionamentos na nossa operação, os horários do Metro do Porto serão atualizados a partir de amanhã [quarta-feira], dia 11 de fevereiro. O objetivo é garantir um ajuste provisório que, tanto quanto possível, vá ao encontro das possibilidades existentes a nível de oferta", pode ler-se num comunicado enviado, esta terça-feira, às redações.

De acordo com a transportadora, nas principais alterações destacam-se "a supressão de viagens a partir da Trindade na direção do aeroporto, na linha Violeta (E)", passando as circulações a acontecer "em veículos duplos, de 30 em 30 minutos, durante todo o dia, sempre entre a estação Estádio do Dragão e o aeroporto".

Quanto à Linha Verde (C), "as viagens são estendidas até à estação do Estádio do Dragão, com passagens de 15 minutos e também em composições duplas nas horas de ponta", verificando-se um cenário idêntico "nas linhas Azul (A) e Laranja (F), onde passam a existir também quatro viagens por hora e sentido", frequências abaixo do habitual.

O mesmo acontecerá na Linha Amarela (D), sendo "implementado um serviço de viagens com uma frequência de seis minutos, entre as 07h00 e as 20h00, no eixo Hospital São João-Santo Ovídio", quando na hora de ponta costumam ser de três em três minutos.

Quanto à extensão até Vila d’Este, também em Gaia, "a frequência de circulações passa a ser de 12 minutos", superior ao habitual.

Em 16 de janeiro, a Metro do Porto anunciou que a circulação do Metro no Porto estava a ser afetada por uma greve no fornecedor de manutenção de material circulante, que obrigou à supressão de viagens e a circularem veículos com menor capacidade.

Na ocasião, em comunicado, a Metro do Porto estimou que a partir do final de janeiro houvesse "uma normalização progressiva da disponibilidade de material circulante”.

Porém, em 2 de fevereiro a transportadora anunciou que a greve se prolongaria “durante algumas semanas"

“Devido a uma greve, à qual a Metro do Porto é alheia, que está a afetar as operações de manutenção das frotas a cargo da CP - Comboios de Portugal, o serviço do Metro tem sido condicionado, com algumas viagens programadas em várias das nossas linhas a serem suprimidas ou a acontecerem com menor capacidade (em veículos simples, em vez de duplos)”, informou no início do mês.

Não especificando percentagem da sua frota está a ser afetada, garantiu que “estão a ser desenvolvidos todos os esforços para mitigar os impactos desta situação” e que estão a procurar “garantir, sempre que possível, a prioridade aos períodos e eixos de maior procura”.

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