O conflito entre Israel e Palestina também se faz nas ruas do Porto. Três meses desde o início da guerra

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Foi precisamente há três meses que Israel sofreu o ataque terrorista num festival de música perto de Gaza que provocou mais de 300 mortos e deu início à guerra contra o Hamas. O conflito já provocou quase 25 mil mortos, 60 mil feridos e praticamente 2 milhões de refugiados. Desde então, o Porto tem sido palco de manifestações e vigílias pró-Palestina e a favor de Israel.

No próprio dia do ataque ao festival de música em Israel, Hannan Eyal, luso-israelita nascida no Porto, fugiu de casa e regressou a Portugal com o marido e as três filhas. Hannah fundou a Aliados, uma associação luso-israelita que defende a libertação imediata dos reféns do Hamas, que une uma comunidade cada vez maior de judeus do Porto.

Mas a cidade é também espaço de movimentos de apoio à causa Palestiniana. Tem havido marchas e manifestações nas principais praças do Porto. Todos os dias, em frente à camara municipal, há uma vigília pela libertação da Palestina.

Os movimentos pró-palestina ou de apoio a Israel defendem o mesmo: o direito à autodeterminação, à liberdade, à vida. Mas a guerra em Gaza tem radicalizado os dois lados do conflito.

O Porto e o mundo dividem-se em relação à guerra na Palestina.

 
 
 
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