Fuse Valley em Matosinhos em risco devido à crise da Farfetch 

Fuse Valley em Matosinhos em risco devido à crise da Farfetch 
| Norte
Porto Canal

Os futuros escritórios da Farfetch, em Matosinhos, inseridos no empreendimento Fuse Valley podem estar em risco devido à crise financeira que a empresa de moda de luxo atravessa, avança o Jornal de Notícias. 

 
 
 
Ver esta publicação no Instagram
 
 
 

Uma publicação partilhada por Porto Canal (@porto.canal)

Recorde-se que esta terça-feira, ficou a saber-se que a entidade pode vir a dispensar 25% da sua força laboral. 2025 seria a data apontada para a abertura dos escritórios. 

Contactada pelo mesmo jornal, a Câmara Municipal de Matosinhos não teceu qualquer comentário, contudo o assunto será discutido na próxima reunião de Assembleia Municipal.

A plataforma de venda de moda de luxo vai ocupar sete dos 24 edifícios do projeto Fuse Valley, promovido pelo Castro Group. O investimento da Farfetch no prédio foi de 200 mil euros, que foram partilhados com a construtora.

O projeto dos prédios inclui escritórios para outras empresas; um hotel com 75 quartos e 42 apartamentos; 5 mil metros quadrados de espaços para comércio e serviços como restaurantes, um ginásio e um spa, e, ainda um anfiteatro ao ar livre disponível para receber mostras de arte, palestras e workshops.

+ notícias: Norte

PJ faz buscas na Câmara de Aveiro por suspeitas de prevaricação e violação urbanística

A Polícia Judiciária (PJ) realizou esta sexta-feira buscas na Câmara Municipal de Aveiro, no âmbito de uma investigação sobre a eventual prática de crimes de prevaricação e violação de regras urbanísticas.

Câmara de Gaia com orçamento de 328 milhões de euros para este ano

O orçamento da Câmara de Vila Nova de Gaia para este ano é de 328,715 milhões de euros, mais 43,9 milhões de euros face ao de 2025, segundo documento a que a Lusa teve acesso.

Câmara de Matosinhos aprova por maioria aumento de tarifa da água para 2026

A Câmara de Matosinhos aprovou, por maioria, o novo tarifário da água para este ano, que para consumos domésticos aumenta entre 1,36% e 2,54%, revelaram vereadores da oposição social-democrata e do Chega.