Autarcas das Terras de Basto asseguram conclusão da variante do Tâmega
Porto Canal/Agências
A conclusão da variante do Tâmega vai avançar, com a construção do troço em falta, entre Corgo/Canedo, em Celorico de Basto, e Arco de Baúlhe, em Cabeceiras de Basto, num investimento de cerca de 20 milhões de euros.
Em comunicado enviado à agência Lusa, o município de Cabeceiras de Basto, distrito de Braga, refere que os autarcas de Cabeceiras de Basto, Manuel António Teixeira, de Celorico de Basto (Braga), José Peixoto Lima, e de Mondim de Basto (distrito de Vila Real), Bruno Ferreira, reuniram-se esta quarta-feira com as Infraestruturas de Portugal, “com vista a agilizar a execução do troço em falta da variante do Tâmega, que liga o Corgo à [Autoestrada] A7, na localidade de Arco de Baúlhe”.
“O concurso público do projeto técnico será lançado nos próximos dias, terá o custo de cerca de 900 mil euros e a estimativa de investimento previsto é de aproximadamente 20 milhões de euros. Ao fim de 40 anos, os autarcas vislumbram finalmente uma luz ao fundo do túnel para a conclusão de uma obra há muito ansiada pela população das Terras de Basto”, lê-se no comunicado.
A autarquia de Cabeceiras de Basto lembra que em 2025 ficou concluído o troço que liga Lordelo ao Corgo, permanecendo por executar o troço entre o Corgo e o Arco de Baúlhe (Cabeceiras de Basto), numa extensão aproximada de seis quilómetros, dos quais 3,2 quilómetros se inserem no concelho de Cabeceiras de Basto.
“Os autarcas de Basto referem a urgência na conclusão deste troço e a importância da articulação com o Governo e com as Infraestruturas de Portugal”, indica o comunicado, acrescentando que os mesmos estão “completamente comprometidos e empenhados para garantir que a conclusão da variante do Tâmega seja uma realidade no curto prazo”.
Segundo a Câmara de Cabeceiras de Basto, “foram dadas garantias de que nos próximos dias será lançado o concurso público para o projeto de execução desta importante obra”.
Os três municípios sustentam que “a conclusão da variante do Tâmega irá assegurar maior e melhor mobilidade, fixação de empresas, de pessoas e de serviços, contribuindo decisivamente para o desenvolvimento e coesão das Terras de Basto”.
