Festival Porta-Jazz em fevereiro no Porto com concertos, DJ 'sets' e 'jam sessions'
Porto Canal/Agências
O Festival Porta-Jazz, que regressa em fevereiro ao Teatro Rivoli, no Porto, apresenta 28 espetáculos, que envolvem mais de uma centena de músicos de várias nacionalidades, sob o tema “A Terra vista do ar”.
À 16.ª edição, que acontece entre 6 e 8 de fevereiro, o Festival Porta-Jazz “propõe uma cartografia musical da empatia, da cooperação e da vertigem”, com concertos, espetáculos participativos para famílias, DJ sets e ‘jam sessions’, de acordo com a organização, num comunicado divulgado esta terça-feira.
A colaboração entre artistas é “o grande destaque” do cartaz, que inclui 28 espetáculos, com mais de 100 músicos de 18 países: Portugal, Espanha, Lituânia, Estónia, Finlândia, Suécia, Itália, Noruega, Alemanha, Suíça, Áustria, Rússia, Cuba, Países Baixos, Letónia, Estados Unidos, Argentina e França.
Entre os espetáculos, vários serão de apresentação de álbuns editados pelo Carimbo Porta-Jazz.
O guitarrista José Vale apresenta, em 6 de fevereiro, “Summer School”, “uma experiência sonora que mergulha nas raízes do jazz experimental inspirado por composições icónicas de Thelonious Monk e o espírito livre de Ornette Coleman”.
Em 7 de fevereiro, o pianista Pedro Neves apresenta “Northern Train” e o vibrafonista Ricardo Coelho “KOHELET”, o seu álbum de estreia.
No dia seguinte, o contrabaixista Sérgio Tavares e o pianista Renato Diz dão a conhecer "Between Time and Now", “uma vertigem de música improvisada por 18 anos de cumplicidade”, e o baterista João Martins apresenta “Oxímoro”, “onde evoca uma fusão de contraditórios, como momentos de calma que explodem em intensidade ou a dissonância que se resolve em beleza”.
Também em 8 de fevereiro, o guitarrista AP apresenta “Lado Umbilical”, e o multi-instrumentista cubano Hery Paz “Fisuras”, “um trabalho interdisciplinar com Demian Cabaud, Pedro Melo Alves e João Carlos Pinto, e vídeo de Maria Mónica – resultado de uma encomenda da Associação Porta-Jazz e do Festival Guimarães Jazz”.
Também integrado no festival, mas em 5 de fevereiro no Espaço Porta-Jazz, o baterista Miguel Rodrigues apresenta “Antídoto”, “onde revela o poder transformador e curativo da música, uma experiência imersiva e emotiva que possibilita reflexão e renovação”.
O cartaz do festival inclui também a apresentação do novo álbum do guitarrista Mané Fernandes, “sQuigg: playground_etiQuette”,no dia 6 de fevereiro, de “Stones and Seeds”, álbum do trio composto pela cantora alemã Almut Kühne, o saxofonista João Pedro Brandão e o baterista Marcos Cavaleiro, no dia 7 de fevereiro, e do novo álbum da cantora Vera Morais, “Eupnea”, “um projeto híbrido que reúne cantoras e flautistas oriundas de áreas diversas, do avant-jazz europeu à música contemporânea, passando pela música improvisada”, também no dia 07 de fevereiro.
A 16.ª edição inclui também concertos do baterista Zé Stark, do ‘supergrupo’ Ursa Maior, composto por cerca de 30 músicos da Porta-Jazz, criado no ano passado, e, em parceria com coletivos congéneres do Porta-Jazz, dos projetos Improdimensija (da Lituânia), Bezau Beatz (Áustria), Orbits (Países Baixos), NICA (Alemanha) e AMR – Genève (Suíça).
O 16.º Festival Porta-Jazz inclui uma série de atividades paralelas, entre as quais ‘workshops’, uma “Batucada Instantânea”, um concerto participativo dirigido a crianças concertos de escolas de música, DJ sets e ‘jam sessions’.
