Programa da candidatura independente Amar e Servir Braga tem 442 medidas

Programa da candidatura independente Amar e Servir Braga tem 442 medidas
Foto: Ricardo Silva | Facebook
| Política
Porto Canal/Agências

O programa eleitoral do movimento independente Amar e Servir Braga contempla 12 pilares, envolvendo várias áreas, e 442 medidas, anunciou esta sexta-feira o cabeça de lista, Ricardo Silva, assumindo uma governação de proximidade e centrada nas pessoas.

Reorganizar a região, o município e o universo municipal, segurança, urbanismo e mobilidade, ação social, freguesias, cultura, educação, desporto, ambiente e animais, economia, comércio e negócios, saúde, turismo e imigração são os pilares que constam do programa eleitoral do movimento independente.

“Estas 12 áreas são os pilares em que vamos assentar a nossa governação. Uma governação de proximidade, uma governação que quer ser cada vez mais coerente e coesa e uma governação que se quer ao lado das pessoas. Estes 12 pilares são precisamente a expressão da nossa cidadania”, declarou Ricardo Silva, durante a apresentação do programa, que decorreu na Praça Municipal de Braga.

Entre as medidas bandeira está a organização de uma rede de transporte público (a horas e com mais serviço), uma rede ciclável e rede pedonal acessível, bem como a finalização do Plano Diretor Municipal (PDM), definindo aumento de área para construção com prazos precisos e acompanhados pelos cidadãos.

O movimento Amar e Servir Braga quer dar prioridade às intervenções nas escolas, pretende recuperar o teatro romano e apostar na cultura, e criar o gabinete de apoio ao associativismo.

A candidatura defende também a fomentação do parque verde das Sete Fontes e a criação de mais espaços verdes, o projeto para o centro de alto rendimento com pavilhão multidesportivo e a requalificação do Estádio 1.º de Maio.

A requalificação dos espaços públicos, promovendo acessos a fruição para todos, fomentar a segurança, criando melhores condições para as forças de segurança, são outras das medidas âncora descritas no programa eleitoral.

Para o cabeça de lista, este programa “é provavelmente o maior ato de responsabilidade dos últimos anos que acontece em Braga”.

“Se até esta altura temos vindo a analisar candidaturas de suporte partidário e estamos habituados a avaliar programas eleitorais com suporte partidário, este é talvez o único programa eleitoral assente numa vontade popular, numa vontade de todos os cidadãos e daqueles que tiveram a amabilidade de contribuir para fazer estas 442 medidas que expressam este compromisso: de amar Braga e de querer servir a sua população”, sublinhou Ricardo Silva.

Para o candidato, o programa eleitoral firma “um tratado de garantia, um ato de confiança e um contrato de colaboração com a população”.

Segundo Ricardo Silva, arqueólogo e que está a cumprir o terceiro mandato consecutivo como presidente da Junta de Freguesia de São Victor, a partir desta sexta-feira Braga “deixa de ter o espetro de ter apenas a imagem de que há só duas candidaturas” à câmara e à assembleia municipais.

“Na verdade, nós somos a opção credível, a opção consolidada, somos a equipa mais bem preparada, com um programa eleitoral que está suficientemente coeso, firme, sólido, coerente e rigoroso. Não só para os próximos quatro anos, mas sobretudo para os próximos 12 anos”, defendeu.

Em vésperas do início da campanha eleitoral, Ricardo Silva apela ao reforço do movimento independente junto da população e ao voto útil, descartando amarras ideológicas.

“Nós não temos uma amarra ideológica, não temos este espetro partidário, somos pelas pessoas. Somos uma equipa forçosamente responsabilizada para fazer face às necessidades e para encontrar as soluções para os problemas. A política faz-se pelas pessoas, com as pessoas, e a política só tem sentido se nós trabalharmos com esta filosofia humanista de que trabalhamos para as pessoas”, frisou.

Para as eleições autárquicas de 12 de outubro, os candidatos são João Rodrigues (coligação Juntos por Braga - PSD/CDS-PP/PPM), António Braga (coligação Somos Braga - PS/PAN), Filipe Aguiar (Chega), Rui Rocha (Iniciativa Liberal), Ricardo Silva (movimento independente Amar e Servir Braga), João Baptista (CDU - coligação PCP/PEV), António Lima (Bloco de Esquerda), Carlos Fragoso (Livre), Francisco Pimentel Torres (ADN) e Hugo Varanda (MPT).

Atualmente, o executivo de Braga é composto por seis eleitos da coligação Juntos por Braga (PSD/CDS-PP/PPM), quatro do PS e um da CDU.

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