Lovers & Lollypops no Porto com programação regular a partir de outubro
Porto Canal/Agências
O espaço da promotora e editora Lovers & Lollypops no Porto abre a partir de outubro com regularidade entre quinta-feira e sábado com concertos, oficinas, conversas, ‘live radio’ e experimentação artística, foi esta quinta-feira divulgado.
Em comunicado, a empresa criada em 2005 explica que está em causa o espaço na Rua de São Vítor e um reforço da programação “com uma proposta alargada e diversificada”.
Para os dias 2 e 3 de outubro está planeada a Ronda de Música Feia, com BBBBBBB, Cuntroaches e Lord Spikeheart, prometendo “dois dias de intensidade extrema e catarse coletiva”.
O concerto dos Tramhaus, a 8 de outubro, já está esgotado e, a 9 de outubro, Maria Beraldo apresenta Colinho, um disco “que reafirma a sua singularidade no cruzamento entre música popular brasileira e urgência política”.
No dia 16, os Montanha apresentam “Alvorada”, “o primeiro LP após anos de hiato e reinvenção sonora”.
A 23 de outubro, os Gatafunho sobem ao palco para mostrar “GATAFF”, o primeiro disco, “num concerto marcado pela energia punk, o caos e a intensidade contagiante que caracterizam a banda”.
No dia 31 de outubro chega o concerto duplo de Ideal Victim e Martelo, “uma proposta de energia crua e inconformismo punk”.
O espaço recebe ainda, no dia 10, Escuta e Criação, uma oficina orientada por Maria Beraldo.
O Clube de Algoritmia Sonora Viva propõe, a 15 e 24 de outubro, uma introdução à prática de ‘live coding’ com o software SuperCollider.
Nos dias 29 e 30, Henrique Apolinário orienta a oficina Colagem Sonora, explorando ‘sampling’, composição digital e improvisação.
Haverá igualmente sessões de escuta de discos da editora, nomeadamente “Saturday’s & Space Travels” dos Black Bombaim, “Hightower”, dos Equations, e “Cobracoral”, das COBRACORAL.
A isto somam-se “programas de rádio ao vivo selecionados por ‘open call’, um espaço de conversa em torno dos livros da Biblioteca Comunitária de São Victor e a exposição “Lovers fountain (I will not always be there) de Albert Tannat”.
