Maia terá Unidade de Cuidados Continuados com mais de 300 camas

Maia terá Unidade de Cuidados Continuados com mais de 300 camas
| Porto
Porto Canal/Agências

O concelho da Maia vai ter uma Unidade de Cuidados Continuados Integrados com mais de 300 camas, um projeto privado orçado em mais de 20 milhões de euros que deverá estar concluído em 2026, revelou esta terça-feira autarquia.

O projeto apresentado esta terça-feira é da STGT Projects, uma empresa que se dedica à gestão de estabelecimentos de cuidados integrados e ou de apoio social, com e sem alojamento, para pessoas idosas e ou com ou sem deficiência intelectual ou de outro foro.

Localizada em Vila Nova da Telha, esta unidade terá capacidade para 330 camas de três tipologias: Unidade de Longa Duração e Manutenção (ULDM), com 264 camas, Unidade de Média Duração e Reabilitação (UMDR), com 33 camas, e Unidade de Convalescença (UC), também com 33.

Está prevista a contratação de cerca de 350 colaboradores, dos quais 250 profissionais de saúde.

“Entre os trabalhadores de apoio incluem-se administrativos e rececionistas, cozinheiros e auxiliares de cozinha, técnicos de manutenção, jardinagem e equipas de limpeza e de segurança”, especificou a autarquia da Maia, no distrito do Porto, em informação remetida à agência Lusa.

Orçado em cerca de 20 milhões de euros, este projeto privado desenvolvido ao abrigo do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) tem inauguração prevista para 01 de julho de 2026.

Ainda segundo a autarquia, “o projeto de arquitetura foi concebido para oferecer máximo conforto e segurança aos utentes”.

“A unidade será equipada com tecnologia de última geração, promovendo um atendimento de excelência e soluções inovadoras no acolhimento e recuperação dos utentes. Em linha com as preocupações ESG (Environment, Social and Governance), a construção desta unidade seguirá as melhores práticas internacionais de certificação em sustentabilidade (BREEAM/ LEED/ WELL)”, descreve a Câmara, convicta de que este investimento “representa um forte reforço da capacidade do setor dos cuidados continuados na região Norte”.

Em causa está também, acrescenta a autarquia, “colmatar a necessidade urgente de mais respostas na prestação de serviços de saúde e assistência social, com particular destaque para a prevalência de camas destinadas aos cuidados de longa duração e manutenção, na qual existe maior insuficiência de vagas”.

“Este projeto reflete a expansão e modernização da rede de cuidados de saúde, assegurando um futuro mais sustentável e acessível aos cidadãos e contribuindo para a melhoria do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”, termina.

As Unidades de Cuidados Continuados fazem parte da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, uma rede de prestação de cuidados de saúde e apoio social de forma continuada e integrada a pessoas que se encontrem em situação de dependência.

Os Cuidados Continuados Integrados estão centrados na recuperação global da pessoa, promovendo a sua reabilitação, autonomia e melhorando a sua funcionalidade, com vista à sua reintegração sociofamiliar.

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