Monumento nacional destruído em Guimarães. Causas ainda por apurar

Monumento nacional destruído em Guimarães. Causas ainda por apurar
Junta de Freguesia de Creixomil
| Norte
Porto Canal com Lusa

Ainda não são conhecidas as circunstâncias da destruição do Padrão de S. Lázaro, classificado como monumento nacional, na freguesia de Creixomil, em Guimarães. O ato de vandalismo aconteceu na noite de terça-feira, dia 30 de julho, e, contactada esta sexta-feira pelo Porto Canal, a PSP de Guimarães não adiantou qualquer desenvolvimento sobre a investigação em curso. O Ministério da Cultura já lamentou o sucedido e enviou uma equipa técnica para avaliar os danos e diligenciar sobre a recuperação do monumento.

 
 
 
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A ocorrência foi inicialmente denunciada pela Junta de Freguesia de Creixomil esta quarta-feira, adiantando que era ainda desconhecido se o ato se tratou de um “acidente ou eventual vandalismo”.

Mais tarde, o ministério da Cultura lamentou "profundamente" "o ato de vandalismo" praticado sobre o Padrão de S. Lázaro.

Esta sexta-feira, contactada pelo Porto Canal, a PSP de Guimarães não adiantou qualquer informação ao Porto Canal.

A ministério da Cultura afirma que "face à gravidade da situação, o Património Cultural/Instituto Público operacionalizou a deslocação de uma equipa técnica a Guimarães, no sentido de avaliar, não apenas os danos materiais causados ao cruzeiro derrubado e fragmentado, mas também para diligenciar sobre as condições da sua recuperação e ponderar estratégias futuras de salvaguarda".

"Os fragmentos foram, entretanto, recolhidos pela Câmara Municipal de Guimarães", adianta o ministério.

No comunicado, o ministério refere que o ministério da Cultura "lamenta profundamente a ocorrência deste episódio, tendo agido na consciência de que a minimização dos danos não resolverá ainda as grandes questões da responsabilidade coletiva sobre o Património e o incontornável respeito que sobre ele deve presidir".

"Essa é, justamente, uma das grandes batalhas a desenvolver pelo ministério da Cultura – a consciência patrimonial conquistada pela Educação e pela Cultura, com repercussões sociais ativas na convivência pacífica entre as comunidades e os registos materiais que chegam até nós", adianta.

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