Após sucessivos atrasos, Feiródromo de Campanhã deverá estar pronto em junho de 2025

Após sucessivos atrasos, Feiródromo de Campanhã deverá estar pronto em junho de 2025
| Porto
Ana Francisca Gomes

A Câmara do Porto espera que o Feiródromo de Campanhã esteja pronto em junho de 2025. Tal como avançou o Porto Canal em fevereiro, as obras que deveriam ter arrancado até ao final de 2023 atrasaram. O concurso público para a construção da estrutura acabou por ser lançado apenas há quatro meses, mas só recebeu propostas pelo dobro do preço estipulado.

“Temos o reinício do processo de lançamento do concurso do Feiródromo e, portanto, prevemos iniciar a obra (se tudo correr bem) até dezembro deste ano e finalizá-la em junho de 2025”, avançou o vereador Ricardo Valente na reunião de executivo da manhã desta quarta-feira.

O novo Feiródromo de Campanhã, anunciado para “abril de 2024”, viu o concurso público ser lançado apenas no final do mês de fevereiro de 2024. Há mais de um ano, a 27 de fevereiro de 2023, o vereador que detém o pelouro das Atividades Económicas e Fiscalização avançava que a empreitada deveria arrancar no final de 2023 e ter a duração de quatro meses. Mas em fevereiro deste ano, o terreno baldio escolhido pela autarquia encontrava-se repleto de ervas daninhas, sem obras e sem possibilidade de receber feirantes em abril.

Em relação aos atrasos, a autarquia liderada por Rui Moreira escudava-se num pedido de revisão do projeto por parte do Tribunal de Contas, que obrigou à revisão dos prazos iniciais.

Apesar do concurso ter sido lançado no final de fevereiro, foi preciso alterar o projeto e relançar o concurso, esclareceu esta quarta-feira Ricardo Valente, questionado pelo vereador bloquista Sérgio Aires. Todas as propostas apresentadas ao concurso superaram o preço-base da empreitada e mesmo a candidatura mais baixa correspondia a quase o dobro do valor base da obra.

Naquele espaço, junto à estação de metro Nasoni, vão nascer 152 bancas para feirantes, “com dimensões de 3x2 metros e 25 lugares de 4x3 metros, todos devidamente sombreados”, anunciava à data a Câmara do Porto. Além das bancas estão ainda “previstas instalações sanitárias, iluminação pública, vedação e infraestruturas necessárias ao bom funcionamento do equipamento, nomeadamente eletricidade, abastecimento de água e drenagem de águas residuais e pluviais. Também estão contempladas as infraestruturas de resíduos sólidos urbanos, assim como a requalificação do espaço público.”

 
 
 
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