Um ano depois, 37 detidos na Pasteleira foram acusados pelo Ministério Público

Um ano depois, 37 detidos na Pasteleira foram acusados pelo Ministério Público
| Porto
Porto Canal

O Departamento de Investigação e Ação Penal do Ministério Público do Porto acusou 37 arguidos da investigação à rede de tráfico de droga do bairro da Pasteleira Nova, avança o Correio da Manhã.

A acusação foi deduzida esta terça-feira, antes das detenções completarem um ano, data em que seria obrigatório rever as medidas de coação, de acordo com o mesmo jornal.

Para além de tráfico agravado, os arguidos foram ainda acusados de branqueamento de capitais e associação criminosa.

A rede foi desfeita em março de 2023, após a dentenção de quatro aliados do cabecilha do grupo. A 24 de abril do ano passado, o 'Barão da Pasteleira' acabou por ser igualmente detido, numa mega-operação da PSP do Porto. 

+ notícias: Porto

Obra da Linha Rosa do metro com atraso de 700 dias na zona de São Bento

Há pontos da empreitada da Linha Rosa do metro onde o atraso é de 700 dias. É este o balanço do terceiro relatório do grupo de trabalho da Assembleia Municipal do Porto que acompanha os investimentos em transportes públicos na cidade e que foi apresentado esta segunda-feira. O grupo critica a Metro do Porto pela irresponsabilidade e os danos causados na cidade e à população, pedindo “prazos e informação” por parte da empresa.

Metrobus arranca em agosto e primeiro veículo a hidrogénio deve chegar em setembro

O prazo para a conclusão da obra de conceção e construção do 'metrobus' do Porto tem como data limite 23 de agosto e o primeiro veículo a hidrogénio deverá chegar entre o final de setembro e início de outubro, avançou a Metro do Porto.

Grupo de trabalho do Porto incita a "uma seriedade diferente para cumprir prazos" em futuras obras de mobilidade

O grupo de trabalho da Assembleia Municipal do Porto que acompanha os investimentos no transporte público mostrou esta segunda-feira preocupação com "o deslizar de prazos" de conclusão das obras do metro e a falta de informação partilhada com os munícipes.