TAP vende lugares em económica mais caros do que em executiva

TAP vende lugares em económica mais caros do que em executiva
| País
Porto Canal

Os exemplos são vários e para diferentes destinos. Viajar na classe económica da TAP pode ficar mais caro do que viajar em classe executiva, em alguns casos, a diferença pode mesmo chegar a ultrapassar os 150 euros.

Através de uma pesquisa no site oficial da Transportadora Aérea Portuguesa, é possível verificar que quem viajar do Porto para Genebra, no dia 27 de dezembro, pode pagar mais 155 euros. Neste caso, viajar com menor conforto fica mais caro do que viajar em classe executiva.

O exemplo repete-se para viagens com destino noutras cidades europeias. O voo direto do Porto para Londres, no dia 30 de novembro, fica mais caro 95 euros, em classe económica, do que em classe executiva. Porto, Paris, pode ficar mais caro 116 euros e Porto, Munique, mais 24 euros.

Ao Porto Canal, a transportadora esclarece que o mesmo acontece, com alguma frequência, quando a procura por um determinado voo aumenta. Em comunicado, a TAP diz que "se a procura pela cabina de económica for grande, as tarifas sobem. E se nesse mesmo voo não houver procura para a cabina de executiva, os preços mais baixos estão disponíveis nesta mesma cabina, pelo que podem circunstancialmente ser inferiores aos da classe económica". 

+ notícias: País

ISP baixa 2,6 cêntimos por litro no gasóleo e 1,4 cêntimos na gasolina na 2.ª feira

As taxas do imposto sobre os combustíveis vão voltar a baixar na segunda-feira, com um desconto extraordinário de 2,6 cêntimos por litro sobre o gasóleo e de 1,4 cêntimos sobre a gasolina, anunciou esta sexta-feira o Ministério das Finanças.

ISP com desconto passa para 28,537 cêntimos por litro no gasóleo e 45,644 na gasolina

A portaria que atualiza o imposto sobre os combustíveis a partir de segunda-feira fixa uma taxa de 28,537 cêntimos por litro sobre o gasóleo e de 45,644 cêntimos sobre a gasolina, já com o novo desconto.

 

Juiz ordena libertação de todos os arguidos detidos na operação "Lúmen"

Os quatro arguidos detidos na operação “Lúmen”, que investiga alegados crimes económicos em contratos para a instalação de luzes de Natal, foram hoje libertados, ficando a conhecer na terça-feira as medidas de coação, indicou fonte judicial.