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Três em cada quatro acidentes de trator resultam em morte, arco salva vidas

| Norte
Fonte: Agência Lusa

Póvoa de Lanhoso, Braga, 19 mar (Lusa) - Três em cada quatro acidentes de trator são "mortais" e 70 por cento das vítimas resultam de capotamentos, em grande parte devido à inexistência ou não utilização do chamado "arco de Santo António", alertou hoje fonte da GNR.

Em declarações à Lusa, o comandante do destacamento de Póvoa de Lanhoso da GNR, Ricardo Lopes, adiantou que vítimas mortais de acidentes com tratores têm normalmente acima de 70 anos e as suas viaturas não dispõem daquele arco.

"Há também casos de acidentes mortais em que os tratoristas recolheram o arco, para passar em locais de acesso mais complicado, e não voltaram a levantá-lo", acrescentou.

Disse ainda que "o ideal" é utilizar tratores com cabine, embora esses sejam mais caros.

"São mais caros mas incomparavelmente mais seguros, e a vida humana não tem preço", sublinhou.

Hoje, a Secção de Programas Especiais do Destacamento Territorial da GNR de Póvoa de Lanhoso, em parceria com o município e com os bombeiros locais, realizou uma ação de sensibilização e de prevenção de acidentes com tratores agrícolas, no parque radical daquela vila.

Foi montado um cenário com dois tratores capotados, um com arco de segurança e outro sem qualquer sistema de proteção, para demonstração das possíveis consequências em caso de acidente.

O objetivo foi sensibilizar os utilizadores de tratores agrícolas para a necessidade de cumprirem com as regras de segurança durante a sua condução e alertar a população em geral para os perigos do uso incorreto das máquinas agrícolas, que frequentemente resultam em acidentes com consequências graves.

Paralelamente, foi distribuído um folheto que dá conta de que 3 em cada 4 acidentes com tratores resultam em mortes.

O folheto refere ainda que 70 por cento das vítimas mortais estiveram envolvidas em capotamentos.

"Em caso de capotamento, o arco de Santo António pode fazer a diferença entre a vida e a morte", alertou Ricardo Lopes.

VCP // MSP

Lusa/fim

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