Quase duas dezenas de vias condicionadas no distrito do Porto

Quase duas dezenas de vias condicionadas no distrito do Porto
Foto: JF Olival
| Norte
Porto Canal/Agências

Quase duas dezenas de estradas estavam esta sexta-feira, pelas 09h30, condicionadas ao trânsito em oito concelhos do distrito do Porto, menos sete do que na quinta-feira à tarde, e a maioria devido a desmoronamentos e inundações, adiantou a GNR.

O concelho de Gondomar, no distrito do Porto, é o mais afetado, com cinco vias condicionadas, nomeadamente a Rua Nova do Outeiro e o caminho de acesso ao Parque de Travassos (Foz do Sousa), por desmoronamento e inundação. Também em Medas está condicionada a Estrada Municipal 615-3, a Rua da Nova Lamas e, na Lomba, a Rua da Praia, estas por inundação.

Em Vila Nova de Gaia, por inundação e uma quarta via por desmoronamento, estão encerradas a Rua da Costa de Cima (Pedroso), a Alameda da Praia de Arnelas (Olival), o Largo da Praia (Crestuma) e Vereda do Tâmega.

No concelho de Vila do Conde, está condicionada, nos Arcos, a Rua da Alegria devido a uma inundação.

Na região do Tâmega e Sousa, Amarante tem três vias concionadas ao trânsito: a Estrada Nacional 15, entre os quilómetros 74.800 e 74.900 (Candemil), a Rua dos Moinhos (Vila Meã) e a Rua 31 de Janeiro (Cepelos).

No Marco de Canaveses, uma queda de árvore e um desabamento de terras condicionam a Rua da Torre.

Já em Felgueiras, na Lixa, está condicionada a Rua Dom António Ferreira Gomes devido a um desmoronamento, enquanto em Meixomil, concelho de Paços de Ferreira, uma inundação condiciona o Beco da Lama.

Por fim, em Baião, dois desmoronamentos condicionam a Rua da Tapada (Valadares) e a Rua 20 de Junho (Santa Marinha do Zêzere).

O Plano Distrital de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto está ativo até domingo.

Esta ativação decorreu da declaração de contingência decretada pelo Governo.

Na sequência do mau tempo em Portugal, designadamente da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, dezasseis pessoas morreram e centenas de outras ficaram feridas ou foram desalojadas.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, deslizamentos de terras, fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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