IP4 reabre na serra do Marão depois de horas cortado pela neve

IP4 reabre na serra do Marão depois de horas cortado pela neve
| Norte
Porto Canal/ Agências

O Itinerário Principal 4 (IP4) reabriu às 16h06 na zona da serrão do Marão, entre Vila Real e Amarante, depois de várias horas cortado por causa da queda de neve, disse fonte da GNR.

A depressão Kristin trouxe, esta quarta-feira, a neve e a chuva ao distrito de Vila Real, impactando na circulação rodoviária, nos transportes escolares e na atividade letiva em alguns concelhos.

Fonte da GNR disse que, depois de várias horas cortado, entre os nós da Campeã (Vila Real) e Aboadela (Amarante), o IP4 reabriu pouco depois das 16h00 e depois da retirada da neve da faixa de rodagem.

Ao início da manhã foram vários os constrangimentos sentidos em troços de autoestradas do distrito, como a A4 na zona do Túnel do Marão e de Lamares e das A24 e A7 na zona de Vila Pouca de Aguiar, situações que foram sendo normalizadas no decorrer do dia.

O mau tempo provocou ainda derrocadas, quedas de muros e de árvores um pouco por todo o distrito, mas sem danos significativos.

Em consequência da neve, as escolas de Alijó, Montalegre e Vila Pouca de Aguiar não abriram e os transportes escolares não se realizaram, ocorrendo ainda alguns constrangimentos nestes transportes nas zonas mais altas de Vila Real e Sabrosa.

Em Boticas, segundo informou a câmara, devido à intensidade da queda de neve nas zonas altas do concelho, não foi possível fazer os transportes escolares devido à quantidade de neve que existe nas estradas.

A passagem da depressão Kristin pelo território português deixou um rastro de destruição, vários desalojados e causou quatro mortos, segundo a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

Os distritos mais afetados foram Leiria (por onde a depressão entrou no território continental), Coimbra, Santarém e Lisboa.

Quedas de árvores e de estruturas, corte ou o condicionamento de estradas e serviços de transporte, em especial linhas ferroviárias, fecho de escolas e cortes de energia, água e comunicações foram as principais consequências materiais do temporal.

A Proteção Civil está em estado de prontidão especial de nível 4, o máximo, em toda a orla costeira entre Viana do Castelo e Setúbal, e há avisos meteorológicos vermelhos (nível mais grave) em toda a costa do continente.

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