Adiadas alegações finais de julgamento de Menezes acusado de difamar ex-autarca de Gaia

Adiadas alegações finais de julgamento de Menezes acusado de difamar ex-autarca de Gaia
| Norte
Porto Canal/Agências

As alegações finais do julgamento do ex-presidente da Câmara de Gaia Luís Filipe Menezes, em que está acusado de difamar o também antigo líder da autarquia Eduardo Vítor Rodrigues, foram adiadas esta terça-feira.

As alegações estavam agendadas para as 09h30 no Tribunal de Vila Nova de Gaia, no distrito do Porto, mas não se realizaram por motivos de saúde do advogado de Luís Filipe Menezes que é, nestas eleições autárquicas, candidato pela coligação PSD/CDS-PP/IL.

Na origem do caso está uma publicação do antigo autarca de Gaia na rede social Facebook feita em outubro de 2023 em que acusou Eduardo Vítor Rodrigues (PS), à data presidente da câmara, de ter interferido num processo de licenciamento de um terreno seu.

Na publicação, Luís Filipe Menezes (PSD) culpou Eduardo Vítor Rodrigues (PS) de ser o “mandante” de “criminosas cambalhotas” como a alteração de pareceres técnicos para o prejudicar, e anunciou que tinha entregado o caso às autoridades.

A 27 de março, dia em que iniciou o julgamento, Luís Filipe Menezes reafirmou que Eduardo Vítor Rodrigues interferiu num processo de licenciamento de um terreno seu.

“Tudo o que está aí escrito é verdade”, afirmou Luís Filipe Menezes, na ocasião, perante a juíza do Tribunal de Vila Nova de Gaia.

Durante o seu depoimento, Menezes assumiu que quando escreveu aquela publicação estava zangado, mas mesmo que não o estivesse a escreveria na mesma, porque um cidadão de direito “não pode nem deve estar sujeito a isto”, referindo-se a todo o processo que envolveu o licenciamento do seu terreno onde pretendia construir uma casa que acabou por não construir.

Nesse mesmo dia, mas em declarações aos jornalistas à saída da audiência de julgamento, Eduardo Vítor Rodrigues, que perdeu o mandato, considerou a publicação de Menezes no Facebook de “uma violência atroz, completamente falso, lamentável, miserável e vergonhoso”.

Apelidando Menezes de “mentiroso”, Eduardo Vítor Rodrigues entendeu que aquilo que o social-democrata queria aquando do licenciamento do terreno era ter um tratamento de excelência.

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