Vento e acessos dificultam combate em Vila Pouca de Aguiar

Vento e acessos dificultam combate em Vila Pouca de Aguiar
| Norte
Porto Canal/Agências

O incêndio que lavra na serra do Alvão, em Vila Pouca de Aguiar, tem duas frentes que ardem com intensidade, com o vento e os acessos difíceis a complicarem o combate, disse esta quinta-feira o comandante dos bombeiros.

Hugo Silva, comandante dos bombeiros de Vila Pouca de Aguiar, explicou que o fogo lavra numa zona de mato rasteiro, “com muito combustível fino que tem uma progressão muito rápida”.

O combate está a ser dificultado, segundo explicou, pelo vento forte que se faz sentir e pelos difíceis acessos.

Hugo Silva disse que, pelas 13h00, estavam a atuar três meios aéreos, dois aviões e um helicóptero, e 110 operacionais.

Na zona anda ainda um quarto helicóptero de reconhecimento do terreno e estão já mobilizados dois grupos de reforço para esta ocorrência.

Quando os bombeiros chegaram ao terreno o fogo progredia junto a Pinduradouro, tendo os operacionais conseguido evitar a sua progressão em direção a esta aldeia, estando agora (pelas 13h00) a subir a encosta.

O alerta foi dado às 10h00, na zona da freguesia do Alvão.

A serra do Alvão integra os concelhos de Vila Pouca de Aguiar, Ribeira de Pena, Vila Real e Mondim de Basto, tendo sido atingida nestes dois últimos concelhos por um outro incêndio que deflagrou no sábado e entrou em resolução na manhã de quarta-feira.

Em Vila Real e Mondim de Basto permanecem hoje em operações de rescaldo, consolidação e vigilância, de acordo com a informação da página da Internet da Proteção Civil, 342 operacionais, com 109 viaturas e um meio aéreo.

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