Vento forte e irregular dificulta combate em Souto Maior em Sabrosa

Vento forte e irregular dificulta combate em Souto Maior em Sabrosa
Foto: A Voz de Trás-os-Montes
| Norte
Porto Canal/Agências

O vento forte e irregular que provoca várias projeções está a dificultar o combate ao incêndio que lavra em Souto Maior, Sabrosa, e que pelas 16h30 mobilizava 200 operacionais e oito meios aéreos, segundo o comandante dos bombeiros.

O comandante dos Bombeiro de Sabrosa, José Barros, disse à agência Lusa que, pelas 16h30, o incêndio estava “incontrolado e com várias frentes”, designadamente três frentes no incêndio principal e depois várias projeções.

Para o combate, estavam mobilizados 200 operacionais, apoiados por 60 viaturas e oito meios aéreos, um dos quais de coordenação.

“Estamos a mobilizar os meios que é possível para combater, o vento está com muita intensidade, com direção completamente irregular, ele evolui em vários sentidos neste momento”, referiu José Barros.

O comandante disse não ter registo de feridos ou casas ardidas.

A presidente da Câmara de Sabrosa, Helena Lapa, mostrou-se preocupada com o fogo que deflagrou pelas 13h20 em Feitais e se propagou depois para Souto Maior, onde já atingiu vários pontos da aldeia, como quintais, mato e pinhal.

Segundo a autarca, por precaução, por causa do fumo intenso, foram retiradas seis pessoas das suas casas, tendo sido levadas para junto de familiares.

Maria Ferreira foi retirada do bairro do Tapado, em Souto Maior, juntamente com outros familiares e, naquele local, ficou o marido e um sobrinho.

“Aquilo está muito mal. Está pertinho das casas, muito perto das casas. Há um ano um senhor foi lá deitar pinheiros abaixo e ficaram lá os ramos, ficou lá tudo”, contou.

Segundo descreveu, foi “uma faúlha do cimo da serra” que levou o fogo para a zona de baixo.

“Foi tudo muito rápido (…). Muito vento e muito calor “, referiu Maria Ferreira.

Também Maria Amélia foi retirada do mesmo bairro, onde disse que andou com as mangueiras a espalhar água para o fogo não chegar perto das casas.

“Foi o senhor GNR que nos trouxe, porque eu não queria sair de lá, não queria deixar a minha casa”, referiu, salientando que, de repente, era “fogo por todo o lado” e que “parecia que era o inimigo”.

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