Requalificação do Parque Vale dos Amores em Gaia deverá arranca até ao final do ano
Porto Canal/ Agências
A requalificação paisagística do Parque Ambiental Vale dos Amores de 26 mil metros quadrados em Vila Nova de Gaia deverá arrancar até ao final do ano, adiantou esta quinta-feira o presidente do Conselho de Administração da Gaiurb.
A empreitada deverá durar cerca de um ano, referiu António Miguel Castro.
A Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia e o promotor imobiliário Promiris assinaram hoje um protocolo para a gestão pública do terreno, onde irá nascer o novo parque urbano.
O protocolo prevê a passagem do terreno, propriedade privada, para o domínio municipal e consequente manutenção.
No âmbito de um novo empreendimento que vai surgir naquela zona da cidade, do distrito do Porto, a autarquia, liderada pelo socialista Eduardo Vítor Rodrigues, assume a gestão e manutenção dos mais de dois hectares com o compromisso de devolver à cidade um espaço de utilização e fruição.
O projeto do novo parque urbano, num investimento entre 500 e 750 mil euros, pretende fazer uma ligação entre a cota alta – junto ao Arrábida Shopping – e a cota baixa, junto ao rio, assim como interligar o metro, o hospital e o parque numa lógica de maior acessibilidade.
O Parque Ambiental Vale dos Amores terá uma área de piquenique e de recreio informal, uma zona de desporto, uma torre de observação e passadiços.
“O novo parque significa a criação de um pulmão verde no centro da cidade de Gaia que reforça o compromisso sustentável de proporcionar à comunidade espaços ao ar livre que são aglutinadores e que equilibram a qualidade de vida da população”, afirmou o presidente do Conselho de Administração da Gaiurb.
António Miguel Castro, que saudou a articulação entre o setor privado e a gestão pública, destacou a importância destes espaços públicos e verdes para o bem-estar e qualidade de vida das pessoas.
Durante a cerimónia, o presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia, que assumiu que o município não tinha condições de fazer este investimento, sublinhou que, mais tarde, será necessário criar espaços de restauração.
Além disso, Eduardo Vítor Rodrigues referiu que o que faz sentido hoje em dia nas cidades é, para além da habitação, criar espaços de lazer, verdes e de fruição.
