Suspensas alunas que agrediram colega de 15 anos em escola em Vila Real 

Suspensas alunas que agrediram colega de 15 anos em escola em Vila Real 
| Norte
Porto Canal/Agências

As duas alunas, de 16 e 17 anos, que agrediram uma colega de 15 anos numa escola em Vila Real foram suspensas preventivamente, tendo a direção da escola instaurado um processo disciplinar, informou esta segunda-feira o Ministério da Educação.

Em resposta à agência Lusa, o gabinete do Ministro da Educação, Ciência e Inovação adiantou que o diretor da escola, considerando a gravidade da situação, decidiu de imediato suspender preventivamente as alunas” e instaurou um processo disciplinar.

“As alunas em questão iniciaram um estágio profissional no dia 07 de maio numa instituição externa, não estando, desde então, presentes na escola”, acrescentou.

Uma menor de 15 anos foi agredida no dia 30 de abril por duas colegas, de 16 e 17 anos, numa escola de Vila Real e a agressão foi partilhada nas redes sociais, disse a PSP à Lusa, referindo que informou o Ministério Público e a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) sobre o caso.

“Quando a polícia teve conhecimento de agressões foi enviada a Escola Segura e foi feita uma participação. A PSP fez participação ao Ministério Público [MP] e à CPCJ. Confirma-se que a agressão, a uma menor de 15 anos, foi partilhada nas redes sociais”, informou à Lusa fonte do Comando Distrital da PSP de Vila Real, a propósito da notícia divulgada na quinta-feira pelo Correio da Manhã (CM).

Segundo o Ministério da Educação, a direção da escola está ainda a tentar identificar os alunos que filmaram as agressões para poder instaurar um processo disciplinar.

Na sexta-feira, o Ministério Público avançou ter instaurado um inquérito às agressões filmadas e partilhadas nas redes sociais à jovem de 15 anos.

“Confirma-se a instauração de inquérito”, indicou a Procuradoria-Geral da República (PGR), em resposta a questões da Lusa.

Ao CM, a mãe da vítima descreveu que, no vídeo, se vê a filha “a ser encurralada por duas colegas mais velhas”, que “começaram a dar-lhe bofetadas sem qualquer motivo”, junto “a um grupo de pelo menos 10 pessoas”.

Ainda de acordo com o relato da progenitora ao CM, a vítima “conseguiu fugir e uma funcionária escondeu-a na casa de banho”.

A mãe acrescenta que “o caso aconteceu na quarta-feira [dia 07 de maio] mas só agora [dia 08 de maio] recebeu a notificação para se dirigir com a filha ao hospital de Vila Real para realizar exames”.

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