Portugal 2030 começou com bastante atraso e vai exigir grande esforço, avisa Castro Almeida

Portugal 2030 começou com bastante atraso e vai exigir grande esforço, avisa Castro Almeida
Foto: Lusa
| Norte
Porto Canal / Agências

O ministro Adjunto e da Coesão avisou esta quarta-feira, no parlamento, que o Portugal 2030 (PT2030) "começou com bastante atraso" e está sob uma "pressão anormal" de tempo, pelo que vai exigir "um grande esforço das autoridades" de gestão.

Durante a audição regimental na Assembleia da República, Manuel Castro Almeida sublinhou que O PT2030 "começou com bastante atraso". "Por comparação com o Portugal 2020, começou mais do que um ano depois", apontou, referindo que em causa estão cerca de 14 ou 15 meses de atraso.

"Ou seja, neste ano de 2025, vai ser necessário executar tanto quanto há sete anos era possível executar em dois anos", alertou.

O ministro adjunto e da Coesão relembrou que o PT2030 tem um dotação "semelhante" à do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), na ordem dos 22 mil milhões de euros, e que "há uma pressão anormal" de tempo. "Normalmente havia 36 meses de tolerância e agora temos 22 meses de tolerância", precisou.

"Cada um dos programas operacionais tem que cumprir a regra N mais 3", disse, referindo-se à também conhecida por regra da guilhotina, sublinhando que "isto vai exigir um grande esforço das autoridades" de gestão.

Segundo o governante, no âmbito do PT2030 "foram abertos 868 concursos" correspondentes a uma dotação de 12 mil milhões de euros, isto é, "pouco mais de 50%" da dotação total.

No que toca ao valor aprovado ascende a "5.400 milhões de euros e o valor executado em 1.252 milhões de euros", precisou.

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