Ministério Público acusa três mulheres por gerir casas de prostituição na Feira

Ministério Público acusa três mulheres por gerir casas de prostituição na Feira
| Norte
Porto Canal/ Agências

O Ministério Público (MP) acusou três mulheres suspeitas de alugar quartos para a prática da prostituição em apartamentos em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, informou esta sexta-feira a Procuradoria-Geral Regional do Porto (PGRP).

Numa nota divulgada na sua página na Internet, a PGRP refere que por despacho datado de 04 de dezembro de 2024, o MP acusou três arguidas, imputando-lhes a prática de dois crimes de lenocínio (favorecimento da prostituição).

Os crimes ocorreram entre 2019 e 2021, quando as arguidas, uma das quais com antecedentes criminais pelo mesmo crime, arrendaram dois apartamentos em S. João de Ver onde, "por um período de um mês, duas mulheres diferentes ali prestavam serviços sexuais com clientes em troco de contrapartida em dinheiro".

Segundo o MP, parte da remuneração cobrada por cada ato sexual ficava para as arguidas.

De acordo com a investigação, os serviços prestados eram publicitados através de anúncios na internet, aos quais estavam associados os contactos telefónicos das arguidas, e os quartos eram arrendados a troco de quantias em dinheiro e para a prática da prostituição.

O MP requereu a perda a favor do Estado do valor da vantagem da atividade criminosa, que calculou em 48.924,96 euros, incluindo o valor relativo ao património incongruente.

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