Oliveira de Azeméis com obras de 2,8 milhões de euros para melhorar 150 estradas
Porto Canal/Agências
A Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis vai arrancar na próxima semana com um pacote de obras de 2,8 milhões de euros destinado a melhorar um conjunto de 150 estradas do concelho com “enormes sinais de desgaste”.
Segundo revela à agência Lusa o presidente dessa autarquia do distrito de Aveiro e da Área Metropolitana do Porto, estão em causa três empreitadas que, no total, abrangem desde troços com apenas 250 metros de extensão até vias com 2,3 quilómetros de comprimento.
“Isso corresponde a mais de 400.000 metros quadrados de piso a intervencionar”, declara Joaquim Jorge Ferreira.
Os arranjos em causa visam sobretudo a repavimentação das vias, já que “bastantes delas apresentam enormes sinais de desgaste e esses foram agravados, em muitas freguesias, pela implementação das redes de água e saneamento”.
Entre as 19 freguesias do concelho, só nas de Ul e Madaíl não há nenhuma intervenção prevista. Das restantes 17, Travanca é a que tem menos estradas para arranjar – apenas três – e, no extremo oposto, Cucujães é a localidade que irá receber mais obras, com uma lista de 20 vias para melhorar.
Segue-se Oliveira de Azeméis, com 17 artérias para recuperar, e Santiago de Riba Ul, com 15.
Joaquim Jorge Ferreira gostava de ter arrancado com o processo mais cedo, mas admite que a consignação das três empreitadas necessárias para a execução das obras foi atrasada por “um processo moroso de obtenção do visto pelo Tribunal de Contas”.
Uma vez resolvida essa questão, contudo, a intervenção anunciada para as 150 artérias do município é apontada como “crucial para a melhoria da mobilidade” nesse território de 163 quilómetros quadrados e o autarca socialistas anuncia estar já a “ultimar novos procedimentos para dar continuidade a outras requalificações urgentes em vias em mau estado”.
“Este é o maior investimento de sempre em rede viária e o nosso objetivo é continuar este caminho de melhorar a mobilidade, o conforto e a segurança das pessoas que utilizam as nossas estradas”, conclui.