Câmara de Gondomar vota ajuste direto de 13,9 milhões de euros para manter recolha do lixo

Câmara de Gondomar vota ajuste direto de 13,9 milhões de euros para manter recolha do lixo
| Norte
Porto Canal/ Agências

A Câmara de Gondomar vai votar na sexta-feira contratar por ajuste direto a empresa Rede Ambiente para a recolha do lixo, a partir de 01 de outubro, lê-se na proposta a que Lusa teve acesso.

A situação decorre, segundo o município do distrito do Porto, do facto de o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto ter suspendido o concurso internacional, em fevereiro, depois de o resultado do procedimento ter sido impugnado pelo concorrente que ficou em segundo lugar.

Acrescenta o executivo de maioria socialista que, por via da suspensão, o município está impossibilitado de submeter o contrato “a fiscalização prévia do Tribunal de Contas […] e, consequentemente, de dar início à sua execução”.

“Pese embora a urgência da ação de contencioso pré-contratual, não é de todo expectável que venha a ser proferida uma decisão final em tempo útil e apta a garantir a execução do contrato antes de 30 de setembro de 2024, data em que finaliza o contrato de serviço em curso”, alerta a autarquia.

Assim, lê-se na proposta, para garantir a continuidade dos serviços em causa a partir de 01 de outubro, e até outubro de 2026, o executivo propõe o procedimento por ajuste direto, com o preço base de 13.989.123,30 milhões de euros, mais IVA, decorrendo ainda da decisão o facto de o município estimar em dois anos o período para a conclusão do processo judicial.

Acresce a isto ser a Rede Ambiente quem presta atualmente o serviço de recolha de resíduos no concelho de Gondomar, para além de numa consulta preliminar do mercado ter sido aquela empresa a “que apresentou preço mais baixo”, assinala-se na proposta que vai a votação.

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