Metrobus arranca no Porto no início do ano letivo

Metrobus arranca no Porto no início do ano letivo
| Porto
Porto Canal com Lusa

Este sábado, numa visita ao desenvolvimento das obras da Linha Rubi da Metro do Porto, Tiago Braga, presidente da empresa de transporte apontou o arranque da operação de ‘metrobus’ entre a Casa da Música e a Praça do Império para o início do ano escolar, mas nessa fase vão circular autocarros da STCP devido ao atraso na aquisição do material circulante definitivo.

Esse atraso deveu-se, recordou o presidente da Metro do Porto, à necessidade de lançar um segundo concurso público para cumprir as regras da contratação pública.
Esta alternativa tem estado também em discussão entre as duas empresas porque as estações de 'metrobus' estarão ao centro da via, o que significa que os autocarros que operarão o serviço terão portas do lado esquerdo, ao contrário do que acontece nos autocarros da STCP.

Questionado, em janeiro, acerca da necessidade de recorrer, num primeiro momento, aos autocarros convencionais com portas à direita, Tiago Braga explicou que "é possível fazer cruzamentos dentro do canal" do 'metrobus' para garantir o acesso às estações, tendo a arquiteta da Metro Joana Barros afirmado que os cruzamentos poderiam ser feitos "imediatamente antes e depois das estações".

O presidente da Metro do Porto garantiu este sábado que o memorando que permitirá à Sociedade de Transportes Coletivos do Porto (STCP) operar o 'metrobus' e está pendente desde maio de 2023 será assinado a tempo do início da exploração.

O novo serviço ligará a Casa da Música à Praça do Império (em 12 minutos) e à Anémona (em 17) e estão previstas as estações Casa da Música, Guerra Junqueiro, Bessa, Pinheiro Manso, Serralves, João de Barros e Império, no primeiro serviço, e no segundo Antunes Guimarães, Garcia de Orta, Nevogilde, Castelo do Queijo e Praça Cidade do Salvador (Anémona).

Os veículos do serviço serão autocarros a hidrogénio semelhantes aos do metro convencional e construídos por 29,5 milhões de euros por um consórcio que integra a CaetanoBus e a DST Solar.

O 'metrobus' do Porto vai ficar 10 milhões de euros mais caro do que os 66 milhões inicialmente previstos.

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