Feira Medieval regressa a zona histórica de Coimbra com uma noite a mais

Feira Medieval regressa a zona histórica de Coimbra com uma noite a mais
CM Coimbra
| Norte
Porto Canal/ Agências

A Feira Medieval de Coimbra regressa a zona histórica da cidade, entre os dias 19 e 21, este ano com uma noite a mais do que na última edição.

Em 2023, a Feira alargou-se a outros espaços de Coimbra, para além do Largo da Sé Velha, e, agora, passa a funcionar também no primeiro dia do evento, que na edição passada foi reservado a realização da ceia medieval.

“Nós, o ano passado, já tínhamos introduzido uma novidade nesta que é a Feira mais antiga do país e, este ano, vamos ter mais uma noite de Feira” do que na última edição, afirmou o chefe da Divisão de Cultura da Câmara Municipal de Coimbra, Rafael Nascimento, durante a apresentação da iniciativa.

Assim, a Feira começa a funcionar já no dia 19, uma sexta-feira, com a inauguração marcada para as 19:00.

A ceia medieval continuará a decorrer na primeira noite, nos claustros da Sé Velha, com uma ementa a cargo dos Serviços de Ação Social da Universidade de Coimbra (SASUC), mas, como adiantou Rafael Nascimento, as entradas para esta atividade estão já esgotadas.

A Feira estará no Largo da Sé Velha, como habitual, mas também na rua do Norte, Quebra-Costas, rua Borges Carneiro, Pátio e Largo do Castilho e rua Fernandes Tomás, até ao Arco de Almedina, num perímetro mais alargado do que o ano passado, estando subordinada ao tema dos 960 anos da conquista definitiva de Coimbra por Fernando Magno, ficando o governo da região entregue a D. Sesnando.

A iniciativa, além da animação de recriação histórica, ao encargo da cooperativa Almanach, reúne sete associações, 35 mercadores (na área dos enchidos, tecelagem, brinquedos, queijos, entre outros) e 25 comerciantes.

Os visitantes podem ainda desfrutar de “toda a animação habitual, com a música da época, dança e espetáculo de fogo” na parte da noite, além de uma programação paralela, com visitas guiadas direcionadas a esta época, conversas, exposições, entre outros.

A presidente da Agência para a Promoção da Baixa de Coimbra (APBC), Assunção Ataíde, disse durante a apresentação, que “os comerciantes estão a aderir [...] quase 100%” à iniciativa.

Em resposta aos jornalistas, Assunção Ataíde esclareceu que essa adesão quase total se verifica “no Largo e no Quebra” Costas, e que “no resto da Baixa também está progressivamente a aumentar”, sublinhando que os comerciantes estão muito satisfeitos com este evento.

O presidente da Câmara Municipal de Coimbra (CMC), José Manuel Silva, declarou que “esta envolvência que se tem procurado cultivar, acarinhar e fazer crescer, de todos e todas, é muito importante, porque tornam a Feira mais rica, participada e autêntica”.

O presidente da CMC referiu também que o orçamento da Feira Medieval deste ano é de 35 mil euros.

Em nota enviada à agência Lusa, a autarquia afirmou que, no âmbito desta iniciativa, vão decorrer alguns condicionamentos de trânsito e interdição de estacionamento, desde as 14:00 do dia 18 até às 24:00 do dia 21, no Largo da Sé Velha e em todos as artérias afluentes (rua dos Coutinhos, rua da Ilha, rua Guilherme Moreira, rua do Cabido, rua Joaquim António de Aguiar, rua Fernandes Tomás, Arco de Almedina, rua Borges Carneiro, rua do Norte e Largo José Rodrigues).

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