Avenida dos Aliados devolvida aos portuenses a tempo do São João

Avenida dos Aliados devolvida aos portuenses a tempo do São João
Porto Canal | Foto de arquivo do início da empreitada
| Porto
João Nogueira

A promessa foi feita pelo próprio presidente da Metro do Porto, Tiago Braga, à data da escavação de um dos túneis do traçado e era um compromisso com a Câmara do Porto desde o início deste ano. Permanecia incerto se o estaleiro das obras da Linha Rosa da Metro do Porto na Avenida dos Aliados ia reabrir parcialmente a tempo dos festejos do São João. Mas os trabalhos avançam a bom ritmo e a redução do estaleiro em 70% irá permitir, já durante a manhã desta sexta-feira, o retorno aos portuenses da Avenida dos Aliados e da Praça Almeida Garrett.

 
 
 
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Inicialmente a projeção apontava para que os trabalhos para aliviar a avenida arrancassem apenas a 22 de junho. Contudo, a operação começa já na manhã desta sexta-feira para desimpedir as vias de circulação ao trânsito rodoviário.

Com este avanço, a logística de obra na Praça da Liberdade será reduzida em 70%, concentrando-se agora quase exclusivamente na área ao redor da estátua de D. Pedro.

“Com estas mudanças, o trânsito descendente nos Aliados pode agora ser feito pelo lado do Banco de Portugal. Motoristas podem descer a Avenida dos Aliados ou a Rua dos Clérigos, alcançar a Praça da Liberdade e seguir pela Praça Almeida Garrett em direção à Rua Mouzinho da Silveira ou à Sé. Também é possível virar à esquerda para subir a Rua de Sá da Bandeira”, declarou a empresa ao Porto Canal.

Com isto, “a circulação completa foi retomada entre os Aliados e a Praça Almeida Garrett, assim como entre os Aliados e a Rua de Sá da Bandeira”, acrescentou a Metro do Porto.

A juntar-se a isto, a ligação da Rua 31 de Janeiro para a Rua de Sá da Bandeira fica outra vez disponível.

O estaleiro de obra presente na Praça da Liberdade, mesmo no coração do Porto, deve-se à obra para a nova Linha Circular (ou Rosa) da Metro do Porto.

Esta linha vai ligar São Bento à Casa da Música, com ligação às atuais estações de metro, e terá estações intermédias no Hospital de Santo António e Praça da Galiza.
Tiago Braga admitiu ainda que obras deste tipo "causam sempre muitos atritos do ponto de vista daquilo que é o cronograma" inicial, incluindo "atrasos", prevendo-se que a linha esteja operacional em final de julho de 2025.

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