"Pelas pessoas e pela igualdade". Marcelo e Montenegro assinalam Dia Internacional contra a Homofobia
Porto Canal/Agências
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, assinala esta sexta-feira o Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia com o compromisso para com um país mais justo em que ninguém é discriminado pela orientação sexual.
“Pelas pessoas e pela igualdade. Por uma sociedade mais livre, em que ninguém é discriminado pela orientação sexual. No Dia Internacional contra a Homofobia, a Transfobia e a Bifobia, o nosso compromisso para com um País mais justo mantém-se inabalável”, lê-se numa mensagem hoje publicada pelo primeiro-ministro na rede social X.
O Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia também já foi assinalado esta sexta-feira pelo Presidente da República.
Marcelo Rebelo de Sousa publicou uma mensagem no sítio oficial da Presidência da República na qual pede tolerância zero em relação a qualquer forma de discriminação e violência.
"Quando o desconhecimento ou o preconceito podem gerar ódios e alimentar divisões, torna-se obrigatório sublinhar a mensagem de inclusão e não discriminação associada ao Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia", afirma Marcelo Rebelo de Sousa.
Numa mensagem publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, o chefe de Estado considera que é importante celebrar desta data, para "dar nota do público compromisso coletivo por uma sociedade mais diversa e contra a discriminação das pessoas LGBTI+".
Segundo o Presidente da República, "apesar das cinco décadas passadas sobre abril" de 1974, "trata-se de um apelo atual, preventivo de discursos de ódio, de violência e de normalização de qualquer tipo de discriminação, tanto no espaço público, na escola, no emprego, na saúde, como na esfera privada".
"Neste Dia Internacional de Luta contra a Homofobia, Transfobia e Bifobia, o Presidente da República reforça a mensagem de esperança num país com tolerância zero em relação a qualquer forma de discriminação e de violência", lê-se no texto.
