FC Porto: Contracorrente. Crónica de jogo

FC Porto: Contracorrente. Crónica de jogo
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Porto Canal / Agências

Em Arouca, foi o FC Porto quem mais tentou e os da casa quem mais marcou. Em desvantagem desde o primeiro minuto, os homens de Sérgio Conceição foram atrás do prejuízo e acabaram surpreendidos por contra-ataques do adversário. 3-2 foi o resultado final na 21.ª jornada da Liga. Evanilson e Francisco Conceição marcaram os golos dos portistas, que se mantêm no terceiro lugar da tabela classificativa com 45 pontos.

O início do jogo não poderia ter sido pior para os Dragões, que viram o Arouca chegar à vantagem logo aos 36 segundos por intermédio de Rafa Mujica. Focados em contrariar esse percalço precoce, lançaram-se para diante e chegaram mesmo ao empate aos nove minutos. Galeno recebeu uma bola longa de Diogo Costa, deu de cabeça para Evanilson que, dentro da área, foi pontapeado por Robson. Nuno Almeida apontou para a marca de grande penalidade, o 30 assumiu a conversão do castigo máximo e não desperdiçou.

Determinado a dar a volta, o FC Porto ia sendo protagonista de um jogo de sentido único quando, ao 28.º minuto, a partir de uma transição ofensiva, o adversário conseguiu colocar a bola na área e um toque fortuito de Jason levou-a a embater no braço de Pepe. O árbitro assinalou grande penalidade e Cristo González bateu Diogo Costa (2-1). Lestos na resposta, os portistas voltaram a bater Arruabarrena – Galeno desmarcou Evanilson, que na cara do guardião uruguaio desviou com sucesso –, mas o golo do empate foi prontamente anulado por fora de jogo do avançado azul e branco.

O minuto 42 foi cinzento para os da Invicta. Pouco depois de Sérgio Conceição ser obrigado a mexer na equipa por lesão de Alan Varela (entrou para o seu lugar Eustáquio), nem Nuno Almeida nem Luís Ferreira viram uma mão clara de David Simão dentro da área. Depois de Pepê receber um passe de Francisco Conceição, o médio do Arouca tentou ganhar a frente do lance ao brasileiro e afastou a bola com um movimento evidente do braço.

O mesmo aconteceu já no tempo de compensação, quando o braço de Robson impediu que o cabeceamento de Wendell seguisse na direção da baliza. O jogo prosseguiu sem qualquer alerta vindo da Cidade do Futebol e o FC Porto chegou ao intervalo em desvantagem (2-1).

A insistência portista manteve-se no início da etapa complementar e, aos 49 minutos, só Arruabarrena impediu a bola de entrar nas suas redes em duas ocasiões. Primeiro, Francisco Conceição aproveitou um ressalto de um remate desviado de Evanilson, tirou o adversário do caminho e procurou com força o primeiro poste, mas o guarda-redes desviou para canto. Na sequência da bola parada, Nico González rematou isolado contra o peito do uruguaio.

Contra a corrente, mais uma vez, o Arouca ampliou a vantagem. Uma cobrança rápida de uma falta junto à área dos da casa levou a bola para Jason, que tirou Fábio Cardoso do caminho e fez o 3-1. Sérgio Conceição lançou Taremi, Gonçalo Borges, Toni Martínez e Iván Jaime no jogo e o último ficou a centímetros do golo mal entrou, mas a bola desviada saiu ao lado do poste de Arruabarrena.

Os azuis e brancos ainda viriam a reduzir aos 85 minutos por Francisco Conceição. Wendell lançou longo à esquerda, Fábio Cardoso desviou ao primeiro poste e, junto à marca de penálti, o 10 desviou com sucesso para a baliza dos oponentes. Até ao final, Fábio Cardoso ainda viu o segundo amarelo e foi expulso (90m+6), Toni Martínez ficou muito perto do golo antes de ver a bandeirola do assistente subir para assinalar fora de jogo e o resultado não se alterou (3-2).

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