“O que aconteceu foi de uma indignidade tremenda”

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Porto Canal

Francisco J. Marques pronunciou-se esta terça-feira sobre os incidentes que marcaram a Assembleia-Geral do FC Porto. Para o Diretor de Informação e Comunicação do FC Porto, o que aconteceu “não pode voltar a acontecer.”

“Houve sócios que não se podiam manifestar, porque foram coagidos e agredidos”, começou por afirmar o diretor dos Dragões, antes de recordar que “havia sócios a queixarem-se e a queixarem-se legitimamente porque tinham medo.” Para Francisco J. Marques, o FC Porto tem “uma tradição de respeito e de pluralismo” que deve preservar. “Discordar não é crime. Agredir é”, atirou.

O responsável portista pela pasta da comunicação sublinha ainda a necessidade de haver consequências — “Temos de ser severos na avaliação moral destes comportamentos para que nunca mais se repitam” — em linha com o comunicado da direção do FC Porto emitido na manhã desta terça-feira.

Francisco J. Marques relembrou ainda o património de liberdade do clube. “O FC Porto é um espaço de liberdade.” O diretor portista concluiu defendendo que “todos nós temos de ter a dignidade de nos portarmos em condição e de decidirmos o que decidirmos. Através da maioria. Porque não há outra forma.”

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