Início do julgamento de ex-secretário de Estado, Miguel Alves, volta a ser adiado. Nova data provisória fixada para Janeiro de 2024

| Norte
Porto Canal/Liliana Rodrigues

É a segunda vez que o arranque do julgamento é adiado, desta vez devido ao impedimento de um dos advogados a deslocar-se ao tribunal de Viana do Castelo.

Voltou a ser adiado o início do julgamento de Miguel Alves, que há cerca de um ano se demitiu do cargo de secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro após saber da acusação deste processo.

Miguel Alves foi presidente da Câmara de Caminha e senta-se no banco dos réus com a empresária da comunicação, Manuela Couto. Estão ambos acusados de prevaricação. O ex autarca do PS está acusado de violar normas de contratação pública quando acordou com Manuela Couto serviços de assessoria de comunicação para o município de caminha sem qualquer procedimento de contratação pública.

“Os serviços de comunicação e assessoria (ao município) foram efetivamente prestados pelas duas empresas MIT e Mediana (que pertencem a Manuela Couto), mas sem qualquer enquadramento formal, contratual ou contabilístico, nomeadamente sem qualquer requisição externa, nota de despesa ou de encomenda ou documento equivalente, com vista à faturação dos serviços prestados pelas empresas à câmara, o que era do conhecimento do arguido Miguel Alves”, sustenta a acusação do DIAP do Porto.

+ notícias: Norte

Presidentes do Porto e Matosinhos criticam modelo da Área Metropolitana

Os presidentes da Câmara de Porto e Matosinhos criticaram o modelo e o funcionamento da Área Metropolitana do Porto, a que Pedro Duarte, portuense também líder desta estrutura, chamou “ficção enquanto organismo”.

Ciclista resgatado de helicóptero em estado grave após acidente na Serra d’Arga

Um ciclista de 45 anos foi resgatado este domingo de helicóptero de um local de difícil acesso para onde caiu, sendo transportado para o Hospital de Viana do Castelo em estado grave.

IP aplica 8,5 milhões de euros na estabilização de dois taludes na Linha do Douro

A Infraestruturas de Portugal (IP) lançou o concurso público pelo preço base de 8,5 milhões de euros para a obra de estabilização de dois taludes de escavação na Linha Ferroviária do Douro, no distrito de Vila Real.