Enfermeiros marcam quatro dias de greve em novembro

Enfermeiros marcam quatro dias de greve em novembro
| País
Porto Canal / Agências

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) e o Ministério da Saúde voltaram, esta quarta-feira, à mesa das negociações pela segunda vez na mesma semana, para tentarem chegar a acordo sobre os termos da reposição dos pontos para efeitos de progressão na carreira. Protestos devem ocorrer a 17, 18, 22 e 23 de novembro. 

O processo negocial iniciou-se ainda com a ministra Marta Temido com o objetivo de cumprir uma promessa que vinha no programa do Governo e no Orçamento do Estado: a resolução da contagem dos pontos para a progressão na carreira. Estava previsto que o processo negocial ficasse concluído no final do mês de setembro, mas a saída da então ministra e a entrada no novo ministro Manuel Pizarro atrasou todo o processo.

Um comunicado enviado esta quarta-feira pelo SEP fazia já prever que o resultado da reunião pudesse não ir ao encontro de todas reivindicações, ao referir que esta ronda, que contou com a presença do secretário de Estado da Saúde, Ricardo Mestre, seria "decisiva para evitar formas de luta". 

À saída da reunião, José Carlos Martins, dirigente do SEP, assumiu que "correu mal". "Em relação à contraproposta, o Ministério da Saúde evoluiu em apenas duas questões", referiu em declarações à SIC Notícias. Disse ainda que o ministério se propôs a pagar uma tranche de 75% da dívida relacionada com os retroativos e que quem transitou para a carreira de enfermeiro especialista não será prejudicado na contagem de pontos.

"Queremos que as pessoas percebam que é responsabilidade do Governo se avançarmos para uma greve por tempo indeterminado. O que estamos a exigir é que o Governo nos deixe ficar com o que é nosso", afirmou Pedro Costa ao jornal Público.

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