Portugal pode vir a ser um dos primeiros países da Europa a contar com transsexual no Parlamento

Portugal pode vir a ser um dos primeiros países da Europa a contar com transsexual no Parlamento
| Política
Porto Canal (AYS)

Júlia Pereira activista na Europa pelos direitos das minorias sexuais é deputada no Bloco de Esquerda, na lista de Setúbal, em lugar elegível nas legislativas.

A Assembleia da República pode vir a ter pela primeira vez em Portugal uma deputada transsexual. O Bloco de Esquerda resolveu colocar na lista de Setúbal num lugar elegível nas próximas legislativas um transsexual, Júlia Pereira, é reconhecido por todo o caminho de activismo na Europa nas minorias sexuais, e é militante do BE já há vários anos.

A Dirigente da associação "Acção pela Identidade" diz que a escolha de Júlia Pereira demonstra que o BE quer empenhar-se em temas fracturantes. Se chegar ao parlamento, Portugal será um dos primeiros países da Europa a ter uma deputada transexual. O pais pioneiro a contar com transsexuais foi a Polónia em 2013, com Anna Gradzka a ser eleita para o parlamento pelos Verdes.

A lista de Setúbal na qual participa Júlia Pereira tem como “cabeça de lista” Joana Mortágua irmã da deputada Mariana Mortágua, que lidera a lista por Lisboa.

+ notícias: Política

Presidenciais. Seguro e Ventura marcam lugar na segunda volta em noite de derrota pesada para Marques Mendes

António José Seguro e André Ventura foram os vencedores da primeira volta das presidenciais de domingo, marcando presença na disputa de 08 de fevereiro, numa eleição em que Luís Marques Mendes registou para o PSD o pior resultado de sempre em atos eleitorais.

Presidenciais. Pedro Duarte manifesta apoio a António José Seguro na segunda volta

O presidente da Câmara Municipal do Porto, Pedro Duarte, manifestou o seu apoio pessoal ao candidato a Belém António José Seguro na segunda volta das presidenciais no dia 8 de fevereiro.

Presidenciais. Votos nulos superaram os votos em branco pela primeira vez

Pela primeira vez em presidenciais desde o 25 de Abril, o voto nulo superou o voto em branco, numas eleições em que os boletins tiveram o maior número de candidatos de sempre e três nomes que não foram aprovados.