Info

Preservativos Durex recolhidos do mercado por falhas nos testes de pressão de rutura

Preservativos Durex recolhidos do mercado por falhas nos testes de pressão de rutura
| País
Porto Canal com Lusa

Alguns lotes de preservativos Durex estão a ser retirados do mercado pelo fabricante por não cumprirem os requisitos de pressão de rutura nos testes de durabilidade de produto, informou a Autoridade do Medicamento.

Segundo o Infarmed, em causa estão alguns lotes dos preservativos Durex Real Feel (12 unidades) e Durex sem látex (12 unidades), fabricados pelo laboratório Reckitt Benckiser Healthcare.

"Apenas os preservativos de lotes afetados podem apresentar um aumento do risco de rutura durante a sua aplicação ou uso, devendo sempre ser seguida a informação constante na rotulagem do produto", refere a Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde.

O Infarmed recomenda aos consumidores que verifiquem com as autoridades os números dos lotes afetados e, se tiverem embalagens destas em casa, os devolvam ou diretamente ao fabricante, contactando a linha de apoio da Durex (808 203 300), no local onde foi comprado ou em qualquer farmácia.

"Os distribuidores, retalhistas e farmácias devem parar a comercialização dos lotes afetados, proceder à sua recolha do mercado e colocá-los em quarentena para posterior devolução", acrescenta o Infarmed.

+ notícias: País

Jovem de 23 anos morre soterrada em derrocada que atingiu restaurante na Madeira

Uma mulher de 23 anos morreu este sábado na Calheta, na Madeira, na derrocada que atingiu um restaurante, confirmaram os bombeiros à agência Lusa.

IGAI abre inquérito à atuação da GNR na captura de suspeitos de tráfico de droga

A Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) abriu um inquérito para investigar a atuação de militares da GNR durante a captura de suspeitos de tráfico de droga na Auto Estrada 29, indicou este sábado à Lusa a Guarda Nacional Republicana.

Grupo de cidadãos 'luta' por alargamento da licença de maternidade

Um grupo de cidadãos quer levar ao Parlamento uma proposta de alteração à lei que permita alargar a licença de maternidade paga a 100 por cento até aos seis meses de vida da criança. A ideia é que as mães possam amamentar os filhos durante meio ano, como recomenda a Organização Mundial de Saúde, sem as complicações do regresso ao trabalho.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.