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Dois aviões realizam voos de vigilância devido a risco de incêndio durante o fim de semana

Dois aviões realizam voos de vigilância devido a risco de incêndio durante o fim de semana
| País
Porto Canal com Lusa

Dois aviões de avaliação e coordenação aérea vão realizar hoje e no domingo voos de vigilância e monitorização no norte e sul do país devido ao risco de incêndio, disse à Lusa o Ministério da Administração Interna (MAI).

Segundo o MAI, os voos de vigilância e monitorização vão sobrevoar as regiões da Beira Alta, Trás-os-Montes e Alto Douro, bem como a península de Setúbal, litoral e interior do Alentejo e Algarve.

"Tendo em conta a previsão de agravamento do risco de incêndio rural para os próximos dias, a Autoridade Nacional de Proteção Civil [ANPC] vai reforçar as medidas de prevenção no território do Continente, através do empenhamento de dois aviões de avaliação e coordenação aérea com missões previstas para as regiões norte e sul do país", refere a nota do ministério tutelado por Eduardo Cabrita.

Estes aviões estão dotados de capacidade de observação e recolha de imagens relativas às manchas florestais e às áreas adjacentes sobrevoadas.

Os dados recolhidos durante as missões aéreas destinam-se a apoiar a decisão operacional, sobretudo na definição de estratégias de combate a aplicar a cada teatro de operações, bem como a identificação de pontos críticos, como sejam povoações isoladas ou outros elementos expostos ao risco no eixo de progressão de um eventual incêndio rural.

Os aviões de avaliação, reconhecimento e coordenação fazem parte dos meios aéreos que compõem o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR 2018) e estão a operar desde 01 de julho a partir dos centros de meios aéreos de Viseu e de Ponte de Sor.

Na sexta-feira, a ANPC alertou para risco de incêndio muito elevado a máximo no distrito de Faro e em concelhos dos distritos de Castelo Branco, Portalegre, Santarém e Beja.

Num aviso à população sobre perigo de incêndio rural para os próximos dias, e na sequência de informação prestada pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a ANPC salienta que o tempo quente e o vento moderado são "condições favoráveis à eventual ocorrência e propagação de incêndios rurais".

A ANPC recorda que não é permitido, nomeadamente, fazer fogueiras, utilizar equipamentos de queima e de combustão, queimar matos, lançar foguetes, fumar ou fazer qualquer lume em espaços florestais.

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