Info

BE pede coragem para instituir a saúde como um direito e não como um negócio

BE pede coragem para instituir a saúde como um direito e não como um negócio
| Política
Porto Canal com Lusa

O BE defendeu hoje, quando se discute uma nova Lei de Bases da Saúde no parlamento, que este é o momento para "ter coragem" e "instituir a saúde como um direito" e não como um negócio.

Na abertura do debate potestativo do BE sobre a nova Lei de Bases da Saúde, o deputado bloquista Moisés Ferreira considerou que apesar dos "ganhos inquestionáveis" que trouxe ao país o Serviço Nacional de Saúde (SNS), este "teve sempre os seus inimigos", voltando-se para PSD e CDS, que votaram contra a sua criação e aprovaram, em 1990, uma Lei de Bases que "foi um ajuste de contas com o 25 de Abril".

"O Bloco de Esquerda lança o repto: este é o momento para ter coragem. É tempo de instituir a Saúde como um direito e fechar a porta aos que querem fazer da saúde um negócio", apelou.

De acordo com Moisés Ferreira, "enquanto a saúde for um negócio" e "enquanto o que estiver no centro da política de saúde for o interesse de meia dúzia de grupos que parasitam o orçamento público, os utentes ficarão sempre prejudicados".

Segundo o deputado do BE, "não vale a pena puxar do argumento estafado de que não há dinheiro".

"Se não falta dinheiro para acorrer a bancos ou para sustentar o negócio dos grupos económicos na saúde, então, por maioria de razão, não poderá faltar dinheiro para construir um SNS que garanta todos os cuidados de saúde a todas as pessoas", defendeu.

+ notícias: Política

Presidente da República faz apelo cívico e pede aposta na prevenção da sinistralidade rodoviária

O Presidente da República fez este domingo um apelo cívico aos portugueses para se combater a sinistralidade rodoviária no país e pediu uma aposta das autoridades “na prevenção, na educação e na sinalização”.

Conselho de Escolas considera redutor destacar quem inflaciona notas

O presidente do Conselho de Escolas considera que a autonomia e a flexibilização dos critérios de avaliação fazem com que se torne redutor dar mais destaque às escolas que alegadamente inflacionam as notas dos alunos.

Atualizado 20-11-2018 12:17

Presidente da República receia que número de propostas atrase promulgação do OE 2019

O Presidente da República expressou este saábdo preocupação com o prazo de promulgação do Orçamento do Estado para 2019, afirmando recear que o número de propostas de alteração apresentadas, quase mil, leve a um atraso na redação final.

Atenção: este é um espaço público e moderado. Não forneça os seus dados pessoais (como telefone ou morada) nem utilize linguagem imprópria.