"Esta conversa funciona como uma confissão absoluta de que aqueles alegados crimes foram cometidos por alguém que estava a agir em nome do SL Benfica"

Francisco J. Marques, comentador do Porto Canal, afirma que "a principal e mais importante inconsistência" de Paulo Gonçalves no caso E-Toupeira, é o facto de assumir em conversa com Luís Filipe Vieira que "é o príncipe das borlas, mas no interesse do SL Benfica". Defende que esta conversa, que foi anterior à inquirição de Paulo Gonçalves na instrução, "contraria completamente o que ele lá foi dizer e funciona como uma confissão absoluta de que aqueles alegados crimes foram cometidos por alguém que estava a agir em nome do Benfica".

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